A redução da produção nacional fez com que os preços subissem consideravelmente, sendo também impactado pelo cenário internacional. Impacto climático e ecológico Laranjeiros e preços das frutas disparam Dos laranjais às prateleiras dos supermercados, o preço das frutas aumentou no último ano. O consumidor, que há um ano pagava R$ 2,93 pelo quilo de laranja, agora paga, em média, R$ 5. A tendência é que o preço continue elevado – e os motivos da baixa oferta da fruta se devem ao greening, doença que atinge pomares de todo o Brasil e também do Paraná e ao clima que também afetou a época da colheita. Acompanhe o canal g1 PR no WhatsApp Acompanhe o canal g1 PR no Telegram Na última safra, o estado colheu mais de 730 mil toneladas de laranja, e 25% dessa produção está concentrada em Paranavaí, região Noroeste. O Departamento de Economia Rural (Deral) estima que a produção deste ano permanecerá próxima da anterior. Com a menor produção nacional, os preços dispararam, influenciados também pelo mercado internacional. Uma caixa de laranja, que custava R$ 34 em agosto do ano passado, está custando R$ 63 este ano. O Paraná é o terceiro maior produtor de laranja do país, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais. Os dois estados, conhecidos como “cinturão citrícola” brasileiro, deverão ter a pior colheita em 36 anos. “No ano passado viemos de uma supersafra, colhemos quase 500 mil caixas na fazenda e, este ano, acredito que não passará de 230 mil”, diz o produtor Matheus Augusto Pasquali, que tem 85 mil laranjeiras em sua propriedade em Paranavaí, região Noroeste. LEIA TAMBÉM: Tragédia na BR-116: Amontoamento mata seis pessoas e um cachorro no Contorno Leste, em São José dos Pinhais 420 vagas; veja cargos com maiores salários Impacto do clima e do greening laranjais e preço das frutas disparam RPC/Caminhos do Campo Frutas com certa qualidade costumam ser colhidas em novembro, mas o calor acima da média do primeiro semestre de 2024 acelerou o metabolismo da planta e avançou o fruta. “Temos uma gama de laranjas precoces, médias e tardias, isso vai garantir que a oferta seja contínua. Porém, como existe concorrência entre o mercado de mesa e o mercado industrial, isso faz com que os preços também aumentem nas prateleiras do mercado” , diz ele VÍDEOS: mais assistidos no g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Caminhos do Campos.
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