O ex-vereador Thiago Mariscal, o diretor da Câmara Municipal, Rodolfo Natálio, o ex-candidato a vereador Vinícius Andrade Martins e o empresário Leonardo Pereira Alves foram acusados de associação criminosa, falsidade ideológica e difamação. Elisa Araújo Alfredo Neto/PMU Quatro pessoas foram autuadas pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) por habilitarem chips de celular em nome da prefeita de Uberaba e pré-candidata ao pleito, Elisa Araújo (PSD). Lembre-se abaixo. O ex-vereador Thiago Mariscal, o diretor da Câmara Municipal, Rodolfo Natálio, o ex-candidato a vereador Vinícius Andrade Martins e o empresário Leonardo Pereira Alves foram acusados pelo MPMG de associação criminosa, falsidade ideológica e difamação. O promotor de Justiça Criminal e de Defesa dos Direitos Humanos, Laércio Conceição Lima, pediu à Justiça que os quatro sejam condenados e também paguem 500 salários mínimos em reparação por danos morais a Elisa. Para o procurador, Mariscal, Rodolfo, Vinícius e Leonardo faziam parte de uma associação criminosa focada em difamar e denegrir o prefeito. “Para tanto, foram publicados vídeos criticando a sua atual gestão, destacando, portanto, que estavam associados à divulgação de conteúdos difamatórios de forma estável e permanente.” À TV Integração, Mariscal disse que respeita o trabalho da Polícia Civil e do Ministério Público, mas que os órgãos não conseguiram demonstrar a materialidade da denúncia contra ele. Veja abaixo a nota na íntegra. A TV Integração também entrou em contato com Rodolfo, Vinícius e Leonardo e aguarda resposta. Receba notícias do Triângulo e região no WhatsApp Entenda Celulares e eletrônicos apreendidos durante investigação Polícia Civil/Divulgação O caso era investigado desde novembro de 2023, por meio da operação “Mendacium”. Durante a investigação, a Polícia Civil conseguiu identificar o local onde os chips foram habilitados, os aparelhos utilizados e quem os utilizou. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos na última semana de março de 2024, quando foram apreendidos celulares, dois chips cadastrados no CPF do prefeito e um computador. Segundo a Polícia Civil, um chip foi habilitado em nome do prefeito no dia 21 de outubro de 2023, enquanto os outros dois foram habilitados seis dias depois, no dia 27 de outubro. Quando habilitaram as linhas telefônicas e criaram o e-mail, Rodolfo e Leonardo teriam forneceu informações falsas às empresas. Segundo a investigação, a intenção é que eles possam publicar conteúdos difamatórios sem serem descobertos. Segundo a investigação, Mariscal tinha conhecimento do conteúdo, participando de grupos de WhatsApp dos quais era administrador. Após a divulgação do conteúdo, os integrantes do grupo tiveram o papel de divulgá-lo. Os temas abordados no conteúdo variaram entre mortes de crianças em hospitais, exposições de arte, uso indevido de doses de vacinas, entre outros. Os quatro réus interagiram com sugestões e informações, segundo a polícia. Thiago Mariscal, Rodolfo Natálio, Vinícius Martins e Leonardo Alves foram indiciados pelos crimes de injúria e associação criminosa. Dois deles também foram indiciados por crimes de falsidade ideológica. A investigação foi entregue pela Polícia Civil ao MPMG no dia 30 de abril. Justiça condena Elisa Araújo por propaganda eleitoral antecipada nas Eleições de Uberaba 2024: veja quem são os pré-candidatos a prefeito de Uberaba já confirmados pelos partidos O que dizem os envolvidos “A denúncia do Ministério Público nem acompanha a individualização dos possíveis crimes apresentados no investigação continua sem evidenciar a materialização do crime de difamação Questões abordadas pela direção da Elisa, em conversas internas, é difamação Onde está a materialidade que esses conteúdos foram publicados em grupos? O número também está disponível para uma investigação real. Agora, para dizer que ordenei que alguém cometesse um crime de falsidade ideológica, quero ver provas ou provas Públicas. contra mim pela prefeita Elisa. Está equipado e próximo de muitas instituições. Mas confio na Justiça e veremos o resultado, porque, repito, faz parte da perseguição. Estou sendo denunciado, longe da Elisa que já está condenada. Um abraço e meu trabalho continua de graça e sem recursos públicos.” Acompanhe as redes sociais do g1 Triângulo: Instagram, Facebook e Twitter Receba novidades do g1 Triângulo no WhatsApp VÍDEOS: veja tudo sobre Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
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