O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse, nesta terça-feira (13), que defende intransigentemente a conclusão da usina nuclear de Angra 3. Em audiência na Câmara dos Deputados, disse que existe preconceito contra a cadeia nuclear, e que é preciso ter coragem para defendê-la devido ao que chamou de “estigma injustificável”. A usina de Angra 3 está em construção desde a década de 1980. Em 2019, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social foi contratado pela Eletronuclear, subsidiária da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional, para estruturar uma forma de financiamento para a conclusão das obras.
Em abril deste ano, Alexandre Silveira afirmou que o governo não tinha uma posição fechada sobre a continuidade ou não das obras. Nesta terça-feira, ele afirmou que não há necessidade de discutir o custo-benefício de construir ou não Angra 3, e que esta já foi uma decisão tomada pelo Brasil há muito tempo.
“Nenhum governo tem o direito de enterrar R$ 20 bilhões de brasileiros e brasileiras que estão envolvidos nesse projeto. Equipamentos que no governo anterior, acho que foram até irresponsáveis, permitam-me confirmar, o governo anterior gastou R$ 3,5 bilhões comprando equipamento que hoje está dentro do armazém, que custa R$ 200 milhões por ano para ser acondicionado, sem decisão definitiva se faz ou não, angra3 Estamos tendo a prudência de aguardar os estudos do BNDES, mas já avancei os meus. para o Ministro Rui, o Ministro de Minas e Energia do Brasil, que terá que submeter isso ao CNPE, que é um fórum qualificado de 16 ministros de Estado, levará o CNPE a defender intransigentemente a continuidade da obra de Angra 3”, explica.
Ainda não há data definida para a reunião do Conselho de Política Monetária, mencionada pelo ministro. Estudo preliminar da Empresa de Pesquisa Energética divulgado pelo Tribunal de Contas da União mostrou que a conclusão das obras poderá gerar custos de cerca de 43 bilhões aos consumidores. Segundo cálculos da Companhia junto à Aneel, que constam do relatório, a energia a ser gerada pela usina poderá aumentar a conta de luz em 2,9% ao ano.
O setor, porém, contesta os dados, que ainda estão sendo analisados pelo Bndes. A questão coloca mais uma vez Alexandre Silveira e o ministro do Meio Ambiente em lados opostos. Marina Silva já se manifestou diversas vezes contra a obra.
Este ano, ela mencionou o alto impacto ambiental, mas minimizou ao dizer que a agenda de desenvolvimento econômico não está em detrimento da agenda de desenvolvimento sustentável e que o governo não incluiu os trabalhos no PAC, mas apenas os estudos.
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