Nesta quinta-feira (22), acontece o combate às chamas que consomem o Parque Itacolomi, em Ouro Preto. Os incêndios também destruíram importantes reservas ambientais do estado, como as serras do Cipó e da Moeda. Incêndio consome parte do Parque Estadual do Itacolomi. Lucas de Godoy Minas Gerais registrou, só neste ano, 3.658 incêndios em vegetação – um aumento de 52% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). É o maior número desde 2021, quando no mesmo período foram 3.518 casos. Um dos motivos do aumento é o período de seca. Segundo a Defesa Civil de Minas Gerais, 137 cidades estão em situação de emergência por conta da seca. Em Belo Horizonte não chove há mais de 100 dias. Altas chamas consomem Serra do Cipó Geraldo Fernandes/Acervo pessoal Muitos incêndios criminosos também foram registrados no estado. Uma delas aconteceu no Parque Nacional da Serra do Cipó, na Região Central de Minas Gerais. O local abriga a terceira maior cachoeira do país, a Tabuleiro. Mais de 8 mil hectares foram queimados pelas chamas. Amazônia tem pior temporada de incêndios em 17 anos, corredor de fumaça se espalha e atinge 10 estados Incêndio na Serra do Cipó é controlado após destruir 8,5 mil hectares, diz Corpo de Bombeiros de Ouro Preto Nesta quinta-feira (22), bombeiros e brigadistas do Instituto Florestal do Estado ( IEF) combatem, pelo segundo dia, um incêndio que consome o Parque Itacolomi, tradicional ponto turístico de Ouro Preto, Região Central do estado. As obras estão sendo realizadas na área da unidade de conservação e no Pico do Itacolomi, no Baú e no Morro do Cachorro, segundo os bombeiros. Ainda não há estimativa da área afetada pelo incêndio ou informações sobre o que causou o incêndio. Por causa do tempo seco, o fogo se espalhou rapidamente. O bioma predominante no Parque Estadual do Itacolomi é a Mata Atlântica e, no total, são mais de 7,5 mil hectares de área preservada. Incêndio consome vegetação no Parque Itacolomi, em Ouro Preto. Vídeo: Lucas de Godoy Serra da Moeda Na Serra da Moeda, na Grande BH, a linha de fogo destruiu muita vegetação em três dias. As chamas foram controladas nesta quarta-feira (21). Um avião ajudou a apagar o fogo nas zonas mais íngremes e um helicóptero transportou as equipas para os pontos mais difíceis. Mais de 50 bombeiros e bombeiros trabalharam no local. Os moradores tiveram que deixar suas casas com medo do fogo atingir suas casas. Sete Lagoas Na madrugada desta quarta-feira (21), o fogo atingiu a vegetação do Monumento Natural Estadual Gruta Rei do Mato, em Sete Lagoas, na Região Central. As chamas se concentraram na mata densa e dificultaram o trabalho dos bombeiros e bombeiros. Danos à vegetação ameaçam as cavernas, que apresentam pinturas rupestres e formações rochosas com milhões de anos. Santana do Riacho Altas chamas consumiram a Serra do Cipó Geraldo Fernandes/Acervo pessoal Também após três dias, o fogo foi controlado no Parque Nacional da Serra do Cipó, na Região Central. Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o fogo consumiu mais de 6 mil hectares, cerca de 500 dentro do parque e o restante na área de preservação ambiental do Morro da Pedreira, cinturão verde do entorno, que protege a fauna, a flora e a flora. nascentes da região. Santa Luzia Um incêndio consumiu um bambuzal, próximo ao Condomínio Parque do Cerrado, no bairro Bicas, em Santa Luzia, na Grande BH. As chamas atingiram por pouco as casas. Os bombeiros utilizaram mais de 15 mil litros de água para controlar o incêndio. João Monlevade Em João Monlevade, na Região Centro, as chamas atingiram a Serra do Seara e ameaçaram casas próximas da zona. Vários animais morreram tentando escapar do fogo, mas um tamanduá foi resgatado. Belo Horizonte Em Belo Horizonte, só neste ano, já foram registrados 732 incêndios em vegetação – uma média de 97 chamadas por mês. No ano passado foram cerca de 80. Mais de 2.300 bombeiros trabalharam para combater essa demanda. Linha Direta Especialistas reforçam que a principal causa dos incêndios é a ação humana, desde pessoas que colocam fogo na vegetação até quem deixa materiais em áreas que podem causar faíscas. Caso você veja alguém ateando fogo em vegetação, você pode denunciar pelo Disque-Disque 181, de forma anônima ou pelo telefone 190, da Polícia Militar. Vídeos mais assistidos do g1 Minas
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