Às vésperas do julgamento no STF, a Advocacia-Geral da União e o Governo de Minas Gerais chegaram a um acordo para que o estado retome o pagamento da dívida de R$ 165 bilhões. As partes entraram com pedido no Supremo Tribunal Federal, nesta quarta-feira (28), para que o estado de Minas Gerais seja aprovado no Regime de Recuperação Fiscal, que permite melhores condições de pagamento da dívida bilionária.
Em petição conjunta, a AGU e o governo chegaram a um consenso de que a adesão ao RRF seria a possível solução intermediária e provisória para Minas Gerais, desde que acompanhada da contrapartida de retomada do pagamento.
Até então, o estado queria adiar novamente a cobrança para 1º de outubro, antecipando a conclusão da análise do Congresso do Propag, o novo programa de renegociação de dívidas, que estabelece, entre outros pontos, juros mais baixos.
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Com o acordo, a União e o estado de Minas Gerais solicitaram ao relator do caso no Supremo Tribunal Federal, ministro Nunes Marques, que proferisse nova decisão considerando aprovado o Regime de Recuperação Tributária mineiro, com a consequente efetivação de pagamentos. A medida permitirá ao Ministério das Finanças celebrar termos e contratos adicionais para regular o pagamento dos recursos devidos pelo Estado.
A petição conjunta também solicita a abertura de mesa de conciliação entre as partes e acompanhamento das demais medidas necessárias. Além da AGU, deverão participar da negociação o Ministério da Fazenda, a Procuradoria-Geral do Estado e a Secretaria da Fazenda do Estado de Minas Gerais.
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Agora, a AGU e o estado aguardam nova aprovação do STF para a resolução definitiva do caso, que estava marcado para o plenário do Supremo nesta tarde.
O Regime de Recuperação Fiscal foi criado em 2017 para ajudar a saldar as dívidas bilionárias dos estados com o governo federal. Mas a medida será substituída pela Propag, a pedido dos governadores mais endividados como Minas, São Paulo, Goiás, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, que juntos devem mais de R$ 700 bilhões à União.
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