Pablo Marçal negou ter se distanciado do presidente do PRTB, suspeito de ligações com o PCC.
Os dois estiveram juntos em um evento de campanha nesta quarta-feira. O candidato a prefeito do PRTB, Pablo Marçal, chamou Leonardo Avalanche de injustiçado, embora tenha admitido que queria que ele fosse afastado do partido quando as denúncias surgiram.
“Não estou mantendo distância do partido, tenho uma agenda frenética e isso é muito bem-vindo. Não nego de forma alguma que o conheço, acabei de conhecê-lo durante a campanha eleitoral. Ele é um cara que está sendo leal a mim e está tudo bem. Ele nem tem tempo de encontrar, sabe? Eu fiz, assim como falei na Globo News, pedi a possibilidade de outra pessoa assumir e passei para ele como falei. Eu não tenho duas conversas. Se ele tiver o cuidado de conter esta festa, ele me honrou até agora.”
As denúncias indicam que o presidente nacional do PRTB, Leonardo Avalanche, disse a um apoiador que tinha vínculos com integrantes do PCC e que ajudou a libertar o traficante André do Rap.
A gravação, divulgada pela Folha de São Paulo, foi feita em fevereiro deste ano durante uma conversa com Thiago Brunelo, filho de um dos fundadores do partido.
Marçal não demonstrou nenhum constrangimento por estar ao lado dele, como já havia dito anteriormente.
No evento, Leonardo Avalanche afirmou que irá processar quem alegar sua ligação com a facção criminosa. Ele negou novamente que tenha sido sua voz nos áudios divulgados pelo jornal. Avalanche afirmou ainda que não tem medo de que as acusações contra ele manchem a candidatura de Pablo Marçal.
“Não sou eu, não conheço esse áudio, nem sei quem está nesse áudio. Não sei, não conheço ninguém que esteja ali naquele áudio. Cara, política faz parte do jogo, certo? Então é uma coisa que nem faz sentido, e no nosso estado não existe essa facção. Estou aqui há apenas 70 dias em São Paulo, então não tenho ligação com ninguém, não conheço ninguém desse grupo.”
O presidente do PRTB também disse não se importar com o fato de o partido não ter vaga em um possível governo de Pablo Marçal em São Paulo. Para ele, basta o prefeito fazer parte do partido.
Marçal promete que se for eleito formará um secretariado diversificado, com escolhas baseadas em “processos seletivos” com todos os partidos.
Quanto à governação na Câmara, Marçal está otimista e acredita que o PRTB, atualmente sem representante no legislativo municipal, elegerá entre 6 e 8 vereadores. No total, o partido tem 53 candidatos.
O candidato também afirma com segurança ter o apoio de cerca de 37 políticos de outros partidos que serão eleitos para a próxima legislatura.
Na reunião restrita a vereadores e apoiantes, Marçal pediu-lhes que fossem autênticos, porque “seguir não vai dar votos”.
Em tom motivacional, ele orientou seus apoiadores a irem atrás de votos na rua e deu dicas de estratégias para as redes.
Mais cedo, Marçal participou de audiência no portal UOL com a Folha. Na entrevista, ele tratou as propostas como “sonhos” e o plano de governo como “apenas um rumo”.
Sobre a viabilidade da promessa de triplicar o número de Guardas Municipais em quatro anos, tendo em conta o elevado custo envolvido, Marçal respondeu que “não será feito em quatro anos”.
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