O estabelecimento, que fica na cidade de Wuhan, na China, é lacrado e possui uma placa que anuncia o novo empreendimento. No entorno o comércio está fechado e o fluxo de pessoas é praticamente inexistente. O mercado de peixe de Wuhan, conhecido mundialmente como o epicentro do surto de Covid-19, está prestes a desaparecer. O local, que ganhou notoriedade em 2019 por conta da pandemia, será demolido para dar lugar a um novo empreendimento imobiliário. Uma placa instalada na região anuncia a construção de um condomínio residencial, marcando o início de um novo capítulo para a região. O mercado de peixe está localizado no coração da cidade chinesa e era um dos centros comerciais mais movimentados de Wuhan antes da pandemia. O espaço comercializava uma vasta gama de produtos, entre peixes, mariscos e diversos tipos de animais selvagens. O espaço era conhecido pela intensa atividade, com compradores e vendedores negociando mercadorias diariamente. Contudo, o cenário atual é o de um ‘mercado fantasma’, completamente fechado. Estudos técnicos mostraram que o coronavírus pode ter se originado de animais vendidos ali. A descoberta do vírus em morcegos e outros animais silvestres ali vendidos levou a uma série de investigações e ao fechamento do mercado para conter o surto. Desde então, a área circundante foi profundamente impactada. Atualmente as lojas estão fechadas e o fluxo de pessoas é praticamente inexistente no mercado. O estigma associado à pandemia fez com que muitas empresas da região enfrentassem dificuldades, resultando num ambiente “fantasma”. A decisão de transformar o mercado de peixe num empreendimento residencial surge como uma tentativa de revitalizar a área. Mercado de peixes identificado como epicentro da pandemia será transformado em condomínio residencial. CBN Mercado de peixes identificado como epicentro da pandemia será transformado em condomínio residencial CBN Estudos apontam mercado como epicentro da pandemia Em julho de 2022, estudo robusto realizado por uma equipe internacional de 18 pesquisadores, publicado na revista Science , indicou que os primeiros casos do coronavírus surgiram no mercado de pescado da China. A descoberta confirma a hipótese de que realmente se tratou de um evento de zoonose, ou seja, uma doença que passou de um animal para o homem. Primeiros casos do coronavírus surgiram no mercado de peixes da China, mostra estudo Na época, a bióloga e divulgadora científica Natália Pasternak comentou a descoberta no CBN. “Estes investigadores realizaram uma análise de probabilidade, tendo em conta a distribuição espacial e temporal da doença, incluindo a análise de amostras ambientais que incluíam gaiolas e congeladores no local do mercado que testaram positivo para SARS-CoV-2. Este mercado também tinha alguns animais vivos, que incluíam guaxinins, texugos, que são animais que sabemos que podem ser receptores do SARS-CoV-2. E os pesquisadores também fizeram uma análise da distribuição dos primeiros casos, mostrando que existe uma grande probabilidade de os casos realmente terem origem no mercado. Mesmo as pessoas naqueles casos que apareceram cedo, que pareciam não ter ligação com o mercado de vida selvagem porque não trabalhavam no mercado, mas estes investigadores mostraram que estes primeiros casos eram pessoas que viviam significativamente mais perto do mercado”, ela explicou.
simulador de emprestimo itau consignado
quando vai ser liberado o empréstimo consignado 2023
emprestimo consignado banco pan
bancos que compram dívidas
empréstimo consignado não foi descontado em folha
banco pan empréstimo telefone
empréstimo para servidor público municipal
0