Bento Medeiros Versuti, de Peruíbe (SP), estuda sozinho idiomas, como russo, francês, japonês e inglês. Criança de seis anos é aceita na sociedade para pessoas superdotadas com QI 134 Imagine aprender a ler e escrever aos 3 anos e, mesmo nessa idade, demonstrar interesse pela língua russa. Foi com essas características excepcionais que Bento Medeiros Versuti, de Peruíbe, litoral de São Paulo, foi aceito na sociedade de superdotados Mensa. Agora, aos 6 anos, Bento apresenta um padrão de inteligência que o coloca entre o 1% mais rico da população em geral. Clique aqui para acompanhar o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Segundo Helen Medeiros Versuti, mãe do pequeno, aos 10 meses ele já demonstrava bastante compreensão sobre cores e formas. Muita gente ignorava a sua “inteligência”, mas a maior surpresa veio aos dois anos, quando mostrou que sabia ler. Ela descobriu a aptidão precoce do filho ao brincar com o menino com um alfabeto silábico, feito de pequenas peças de madeira. O pai de Helen, que estava em uma videochamada com a filha, aproveitou para testar a sabedoria do neto: mostrou um frasco de xarope e perguntou o que era. Ambos ficaram sem reação quando o menino juntou as sílabas e formou a palavra corretamente. “Sempre o vimos como uma criança diferente. Mas não tínhamos ideia de que essa diferença era grande o suficiente para ele ser aceito em uma sociedade que é restrita, que tem suas demandas. Então foi muito legal para nós, porque achamos que que isso é algo que pode servir de projeção para o futuro dele”, afirmou a psicóloga de 38 anos. ‘Nunca tinha visto isso’ Na segunda imagem, aos cinco anos, Bento fez seu segundo caderno de matemática ‘Kumon’ Arquivo pessoal Helen disse que, quando bebê, seu filho tinha gostos muito específicos. Por exemplo, ele ativava a pesquisa do Google na televisão para procurar o alfabeto em francês e russo. “Achamos muito curioso, até tem vários vídeos que gravamos sobre isso porque nunca tinha visto uma criança assim”, disse. O interesse por diferentes idiomas, aliás, é um dos principais diferenciais da criança. Quando tinha apenas dois anos, também começou a demonstrar afinidade com geografia, astronomia e matemática. As peculiaridades de Bento levaram seus pais a procurar um neuropsicólogo para verificar o que estava acontecendo. A criança então passou por exames e foi diagnosticada como superdotada aos três anos de idade. “Desde antes de saber ler, ele já observava o alfabeto e reconhecia as letras. “, disse Helen. Grupo restrito: QI 134 Em junho, mês em que completou seis anos, Bento foi submetido a uma nova avaliação neuropsicológica que revelou QI 134, caracterizando superdotação e percentil 99 – o resultado indica que apenas 1% dos pessoas têm QI superior ao dele Helen, Gabriel (pai de Bento), Bento e seu irmão de dois anos, Otto Arquivo pessoal Com base nos resultados, Helen enviou o relatório do filho para a Mensa no final de junho e, em. menos de um mês, recebeu resposta positiva. Foi convidado para o “Programa Jovens Brilhantes” e, em setembro, terá seu primeiro evento. Helen está entusiasmada porque seu filho poderá conhecer outras crianças superdotadas. seria interessante para ele, até pela questão comunitária, não pela bandeira da Mensa, mas pela comunidade. Para ele conhecer outras pessoas, pelo sentimento de pertencimento”, disse ela. Na escola, Bento está no jardim de infância 4 com crianças de sua idade, mas adapta a grade curricular e tem um plano educacional individualizado para atender às demandas da superdotação. Helen, ele já cursa disciplinas correspondentes ao 3º ano do ensino fundamental. A mãe disse que o menino tem idade cognitiva de 11 anos, com base nos estudos. Facilidades desde cedo Bento foi aceito no Programa Jovens Brilhantes da Mensa Brasil, pois ele. é uma criança Arquivo pessoal A neuropsicóloga de Bento, Bianca Beraldo dos Reis Valverde, disse ao g1 que ele demonstra facilidade de raciocínio e obtenção de conhecimento desde o início do desenvolvimento. Ela confirmou o perfil de Altas Habilidades/Superdotação (AH/SD) do pequeno neste ano. “Em geral, as AH/SD envolvem, entre outros aspectos, características ligadas à aprendizagem, à criatividade e ao comprometimento com atividades de interesse, mas também podem interferir na regulação emocional e nas habilidades sociais”, afirmou o especialista. Mensa Brasil Fundada em 1946, no Reino Unido, a Mensa Internacional é a maior, mais antiga e mais prestigiada organização de alto QI do mundo. A palavra Mensa significa “mesa” em latim, em referência ao caráter de mesa redonda da organização, representando a união de iguais. No Brasil, a organização existe há mais de 20 anos e “busca promover a intelectualidade, proporcionar um ambiente de estimulação intelectual e incentivar a interação entre seus membros”. Só são aceitas pessoas com percentil acima de 98, como no caso de Bento. Mediante convite para adesão, os membros ganham acesso a uma comunidade diversificada de pensadores e oportunidades para atividades intelectuais, encontros sociais e desenvolvimento pessoal. Em agosto deste ano, a associação atingiu a marca de 3,8 mil brasileiros com superdotação ou altas habilidades identificados no país. São 1.200 crianças e adolescentes mapeados, com o estado de São Paulo liderando o ranking de pessoas superinteligentes em geral: são 1.663 pessoas. Os indivíduos mais jovens identificados atualmente têm 2 e 3 anos, enquanto o mais velho tem 95 anos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 5% da população brasileira é superdotada. VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos
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