Categoria pede adicionais, revisão do PCCR e melhores condições de trabalho. O governo do Acre responsabiliza situações de emergência, como enchentes e dengue, pela demora na notificação. Unidades de pronto atendimento devem continuar funcionando normalmente Júnior Aguiar/Secom Médicos da rede pública de saúde do Acre entraram em greve nesta quarta-feira (31). A categoria solicita pagamentos adicionais, melhores condições de trabalho, entre outros itens para retornar às suas funções. Em nota, o governo do Acre disse que está comprometido com a transparência nos debates salariais com todos os trabalhadores da área e que permanece aberto a negociações com a classe. (Veja o posicionamento completo no final do texto). Apenas os serviços de unidades de pronto atendimento (UPAs) e hospitais de urgência e emergência serão mantidos durante a greve, segundo o Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC). Os turnos extras também serão suspensos em todo o estado. Segundo o sindicato, os profissionais que não cumprirem a determinação da classe poderão ser acusados de infrações éticas. “Isto não é um ato de aumento salarial. Os médicos apenas exigem o pagamento dos valores devidos pelo governo. Parece que voltamos àqueles velhos tempos em que o Estado atrasava os salários, por isso não vamos recuar”, disse o presidente do Sindmed, Guilherme Pulici, em nota enviada pelo sindicato. Os médicos também pedem contraproposta do governo para o Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações (PCCR). A União afirma ainda que desde 2022 registra reclamações sobre ‘cortes sucessivos de bônus’ e tentativas frustradas de negociação para a retomada dos pagamentos. Leia mais Com pouco mais de 1.500 médicos ativos, Acre é um dos estados com menos profissionais do país Ministério da Saúde lança edital Mais Médicos com 3.184 vagas; veja número por cidade Programa Mais Médicos oferece 63 vagas no Acre; veja nota Quem são os médicos do Acre que aparecem zombando da saúde da ministra Marina Silva? O que o governo diz? Em nota assinada pelo secretário da Saúde, Pedro Pascoal, o governo afirma ter contratado a Fundação Dom Cabral (FDC) para revisar e reformular o PCCR. A publicação do relatório final, porém, foi adiada devido às enchentes que ocorreram no estado e aumentaram os casos de dengue. O governo afirma ainda que a proposta será encaminhada à Assembleia Legislativa o mais breve possível com ajuste de eventuais verbas pendentes. “O prazo para publicação do relatório final foi ultrapassado, mas deixamos clara a boa-fé e disponibilidade por parte deste órgão governamental, para esclarecer dúvidas quando questionado pelos sindicatos, e sobre o andamento das propostas encaminhadas, conforme explicado em reuniões solicitadas pelas entidades sindicais, para encaminhamento de nova rodada de propostas à FDC”, afirma parte da nota. Leia a nota completa do governo do Acre O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), está comprometido com a transparência nas discussões salariais com todos os trabalhadores da área. Por isso, contratamos a Fundação Dom Cabral (FDC) para revisar o atual Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR), e reformular a legislação pertinente, com base na premissa da construção participativa de todas as classes, representadas por seus sindicatos. Sempre que o Sindicato dos Médicos do Acre (Sidmed) procurou o governo para discussão, foi atendido e recebeu argumentos transparentes e completos sobre as negociações e o andamento da elaboração do novo PCCR. Devido às situações emergenciais enfrentadas no estado, como enchentes e aumento no número de casos de dengue e outros, o prazo para publicação do relatório final foi ultrapassado, mas deixamos clara a boa fé e disponibilidade por parte deste órgão governamental , para esclarecimento de dúvidas quando questionados pelos sindicatos, e sobre o andamento das propostas encaminhadas, conforme explicado em reuniões solicitadas pelos sindicatos, para encaminhamento de nova rodada de propostas à FDC. Informamos que o atraso no cronograma não afetaria o encaminhamento da proposta à Assembleia Legislativa, pois o Estado ficou acima do limite prudencial com despesas de pessoal (47,54%), indicado pelo Anexo I do Relatório de Gestão Fiscal, impossibilitando enviar o projeto de lei (PL) para aprovação, conforme orienta a Lei de Responsabilidade Fiscal (parágrafo único do artigo 22 da LRF – 46,55%). Relativamente ao pagamento dos complementos previstos na lei, este departamento esforça-se por ajustar eventuais valores em dívida e, embora os referidos valores sejam devidos, de acordo com a legislação em vigor, até à data não foram pagos por falta de solicitação individual dos colaboradores. incluídos na lista elaborada pelo Sindicato dos Médicos do Acre. Informamos também que os serviços de urgência e emergência, incluindo as UPAs e o Pronto Atendimento, continuarão funcionando normalmente para garantir o atendimento à população. Pedro Pascoal Duarte Pinheiro Zambon Secretário de Estado de Saúde do Acre Vídeos g1
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