Entre 1990 e 2020, o nível do mar já aumentou 13 cm em duas localidades do estado: o bairro de Atafona, em São João da Barra, e a cidade do Rio de Janeiro. A previsão indica que a taxa poderá subir até 21 cm até 2050. Vista aérea da Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Rafael Catarcione/Riotur Dois relatórios divulgados nesta segunda-feira (26) pela ONU indicam que o aumento das temperaturas e do nível do mar representam um risco significativo de desastre global. Embora se espere que as regiões do Pacífico sejam as mais afetadas, o Brasil também enfrenta desafios. Em duas localidades do Rio de Janeiro — o bairro de Atafona, em São João da Barra, e a cidade do Rio de Janeiro — o nível do mar poderá subir até 21 cm até 2050. Entre 1990 e 2020, o nível do mar já subiu 13 cm nessas áreas. Agora, as previsões indicam um aumento adicional de até 21 cm nos próximos 30 anos. Os dados são baseados em observações feitas pela NASA, agência espacial norte-americana, até 2020. Segundo a ONU, esse aumento representa uma séria ameaça às regiões costeiras, especialmente nos países em desenvolvimento, onde a infraestrutura pode ser destruída e a vida das pessoas, drasticamente afetado. A subida do nível do mar também representa um grande risco para os chamados Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento (PEID), que enfrentam a erosão da terra, a destruição de infra-estruturas e a possível perda de habitabilidade devido à concentração de pessoas e bens. em áreas costeiras baixas. Ainda segundo a agência, a mudança no nível do mar globalmente é uma das maiores preocupações e precisa ser abordada com urgência para evitar consequências devastadoras. Lar de paisagens paradisíacas, as ilhas do Oceano Pacífico, por exemplo, estão em risco. Podem ser completamente engolidos pelo avanço do mar, que vem subindo ano após ano, reflexo das mudanças climáticas. Ilhas como Maldivas, Tuvalu, Ilhas Marshall, Nauru e Kiribati estão na lista de lugares da Terra que podem desaparecer, reflexo da ação humana. Com muita natureza preservada e sem muitas indústrias, esta área é responsável por apenas 0,02% das emissões globais anuais de CO2, mas estão sendo vítimas de emissões de todo o mundo. O excesso de gases com efeito de estufa está a tornar a Terra mais quente. Eles são liberados pela queima de combustíveis fósseis, como carvão e petróleo. Na atmosfera, esses gases retêm o calor, fazendo com que a temperatura fique cada vez mais elevada. Embora as ilhas do Pacífico tenham pouca participação nesta emissão, a atmosfera é única. Ou seja, tudo o que é emitido e chega a esta camada afeta a todos globalmente. Nos últimos anos, as concentrações destes gases têm-se tornado cada vez maiores de ano para ano. (Veja o gráfico abaixo) E você pode se perguntar: qual a relação entre as emissões e o aquecimento dos oceanos? A Terra está cada vez mais quente e os oceanos têm um papel fundamental na redução dos impactos deste aumento de temperatura porque absorvem 90% de todo este excesso. Durante o El Niño, por exemplo, que aumenta a temperatura dos oceanos, os mapas mostraram um aquecimento acima da média em todo o mundo. (Veja o mapa abaixo) Todo esse calor é o que faz com que o nível do mar suba e isso acontece em dois processos: Quando a temperatura da água aumenta, seu volume também aumenta. Ou seja, expande-se, elevando o nível. Esta reação representa 40% da causa do aumento do nível do mar. Isso se soma ao derretimento das calotas polares. Mais quente, o oceano faz com que a camada de gelo derreta, transformando-se em mais água e, portanto, aumentando o nível do mar. Conheça Tuvalu, um país que pode ser engolido pelo mar e que tenta sobreviver como nação digital
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