A mulher foi agredida por ele com um soco na boca ao questioná-lo sobre a compra. O caso foi registrado em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, e o pai do adolescente ficou para trás para afastá-lo temporariamente da mãe. Um adolescente de 12 anos deu um soco na boca da mãe na madrugada desta segunda-feira (12) em Patos de Minas, no Alto Paranaíba. O rapaz agrediu a mulher após ela reclamar com ele sobre uma compra de R$ 2 mil no cartão de crédito com jogos online. Receba notícias do Triângulo e região no WhatsApp Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar (PM) foi chamada pela própria mãe após o ataque. Segundo os autos, o soco deixou hematomas e causou sangramento. O pai do menino foi chamado e buscou o filho. Ele foi orientado a procurar tratamento psicológico para o adolescente e afastá-lo temporariamente da mãe. Ao g1, a mãe da adolescente afirmou que não precisou de atendimento médico e que o conselho tutelar não foi acionado. O que dizem os psicólogos Segundo a psicóloga Fernanda Nocam, professora do Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), em casos como esse é preciso primeiro entender o contexto em que a criança ou adolescente está inserida . “Não é possível, em nenhum momento, dizermos que o vício em jogos, o consumo compulsivo de jogos e outros prazeres efêmeros levam à irritabilidade e à impulsividade a ponto de a pessoa chegar ao ato de agressão”, explicou. A psicóloga afirmou ainda que todas as pessoas são impulsivas quando chateadas e frustradas. Porém, existem filtros que os impedem de realizar ações impulsivas, neste caso, a agressão. Esses filtros, bem como os contextos em que a criança está inserida, podem ser discutidos no tratamento psicológico. “Esses filtros transformam a agressividade em palavras, em choro, em culpa, em sentimentos, em dor, em raiva, pode ser transformada em sublimação ou aprendizado”, afirmou Fernanda. Mãe relata ter sido estuprada e agredida pelo filho Adolescente de 14 anos ataca e ameaça matar a mãe e é preso Adolescente reconhece suspeito de estupro e chora durante churrasco em família Ainda segundo a professora, é preciso que não sejam dadas respostas simples para entender o que leva crianças e adolescentes a fazerem compras semelhantes. É necessário analisar os campos individuais e sociais que envolvem crianças, adolescentes e famílias. “As instituições são perversas e têm aproveitado a compulsão, a fragilidade, os buracos, o imediatismo dessas crianças e adolescentes. Fazem propagandas e permitem fazer diversas compras no cartão de qualquer pessoa”. Acompanhe as redes sociais do g1 Triângulo: Instagram, Facebook e Twitter Receba novidades do g1 Triângulo no WhatsApp VÍDEOS: veja tudo sobre Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
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