Num comunicado divulgado esta segunda-feira, a ONU apelou ao fim imediato da repressão às manifestações e o procurador do Tribunal Penal Internacional afirmou ter recebido numerosos casos de violência e outras queixas após as eleições presidenciais. Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, pede à população que desinstale o WhatsApp Leonardo Fernandez Viloria/Reuters O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pediu “mão de ferro” aos poderes do Estado, nesta segunda-feira (12), após protestos contra sua proclamada re -eleição em 28 de julho e em meio a acusações de fraude feitas pela oposição. “Como chefe de Estado, chefe de governo e presidente da Venezuela, exijo de todos os poderes do Estado maior rapidez, maior eficiência e mão de ferro face ao crime, face à violência, face aos crimes de ódio, mão de ferro e justiça severa, com razão, fazem cumprir os princípios constitucionais”, disse o presidente. Mortos e presos em protestos Segundo o procurador-geral Tarek William Saab, pelo menos 25 pessoas morreram e 192 ficaram feridas nos protestos na Venezuela. “Este período foi tão criminoso e terrorista que durante estas manifestações criminosas, entre outros acontecimentos lamentáveis, morreram 25 pessoas, incluindo dois funcionários da Guarda Nacional Bolivariana. pessoas”, declarou o procurador, esta segunda-feira, segundo a AFP. O número é semelhante ao relatado por organizações de direitos humanos, que relataram 24 mortes durante os distúrbios pela reeleição de Maduro. O Tribunal Penal Internacional (TPI) está investigando possíveis crimes contra a humanidade cometidos na Venezuela durante a repressão aos protestos antigovernamentais em 2017. Getty Images via BBC ONU pede o fim da repressão e tribunal investiga alegações Em comunicado também divulgado na segunda-feira, o A Missão Internacional Independente do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas apelou ao fim imediato da repressão às manifestações e afirmou que o governo venezuelano deve investigar os factos “a fundo”. Depois de analisar dados publicados por diversas organizações de direitos humanos, a Missão indicou que pelo menos 1.260 pessoas foram detidas desde 28 de julho, incluindo 160 mulheres. Entre os detidos estão líderes, apoiantes de partidos políticos, jornalistas e defensores dos direitos humanos, considerados ou percebidos como opositores pelas autoridades, segundo o relatório. “As mortes reportadas no contexto dos protestos devem ser investigadas exaustivamente e, caso se confirme o uso abusivo da força letal pelas forças de segurança e a participação de civis armados que actuam com a conivência destas forças, os responsáveis devem ser responsabilizados”, afirmou. Marta Valiñas, presidente da Missão. O procurador do Tribunal Penal Internacional (TPI) afirmou ainda que acompanha ativamente os acontecimentos na Venezuela e que recebeu numerosos casos de violência e outros relatos na sequência das eleições presidenciais. Segundo um comunicado, o procurador “iniciou um diálogo com o governo venezuelano ao mais alto nível para destacar a importância de garantir o respeito pelo Estado de Direito neste momento”.
emprestimo banco juros
emprestimo consignado bradesco simulação
refinanciamento empréstimo
sac c6 consignado
quantos empréstimos o aposentado pode fazer
emprestimo pessoal em curitiba
simulador emprestimo consignado banco do brasil
simulador empréstimo consignado caixa
0