No primeiro confronto presencial entre Democrata e Republicano, abordaram questões importantes para o eleitorado americano, como imigração, aborto e política externa. No seu primeiro (e provavelmente o único) debate televisivo das eleições presidenciais marcadas para Em novembro, Kamala Harris e Donald Trump discutiram questões de imigração, aborto, política externa e a sua visão para os Estados Unidos. Análise: No primeiro debate, Kamala coloca Trump na defensiva e ataca sua história política; Republicanos apostam na imigração Atirador é preso: quatro pessoas morrem e 9 ficam feridas em ataque a tiros em escola dos EUA O primeiro encontro presencial foi mais animado do que o de dois meses atrás, em Atlanta, quando Trump enfrentou o então candidato democrata à reeleição, o presidente Joe Biden, cujo desempenho desastroso acabou levando ao seu afastamento da campanha e à entrada de Kamala na disputa. Para muitos analistas, Kamala levou a melhor no embate ao conseguir apresentar seus argumentos e encurralar o magnata. Aqui estão cinco conclusões principais do debate de terça-feira à noite em Filadélfia: Combativo apesar das restrições As regras do debate da ABC News foram concebidas para manter um certo decoro, mas os candidatos entraram em confronto, interrompendo-se em diversas ocasiões e lançando ataques. Kamala atacou Trump por causa de seu equilíbrio como presidente (2017-2021), seu estilo barulhento e as “muitas mentiras” que ele costuma contar. Usando uma linguagem mordaz, a vice-presidente disse que ela e Biden trabalharam para “limpar a bagunça de Donald Trump”. Ela acusou o candidato republicano de ter “grande dificuldade em processar” a sua derrota nas eleições de 2020 e, em comentários que enfureceram claramente o magnata, zombou do facto de alguns apoiantes terem abandonado os seus comícios antes do fim. Trump não ficou muito atrás. — Estou falando, se não se importa, por favor — disse ele certa vez, quando o candidato democrata o interrompeu. Ele fez longas críticas às políticas econômicas e de imigração “insanas” do governo Biden. Trump frequentemente olhava para o chão e raramente para Kamala quando ela falava. A democrata, por sua vez, virava a cabeça de vez em quando para olhar sarcasticamente para o republicano. A batalha pelo aborto Os primeiros confrontos foram sobre os direitos reprodutivos. Durante o seu mandato, Trump nomeou três juízes conservadores para o Supremo Tribunal, que enterraram o direito ao aborto ao anular o caso Roe v. Wade. Desde então, muitos estados governados por republicanos adotaram regras aceleradas para restringir o direito ao aborto ou proibi-lo. Trump se parabenizou por ter conseguido devolver o assunto aos estados: — Agora é o voto do povo. Não está vinculado ao governo federal — disse, acrescentando: — Fiz um grande favor ao fazer isso. Tive muita coragem e o Supremo Tribunal teve muita coragem. O republicano repetiu novamente a falsa afirmação de que alguns estados permitem o aborto “provavelmente após o nascimento”. — Era isso que as pessoas queriam? Mulheres grávidas […] a quem é negado atendimento de emergência porque os profissionais de saúde temem ir para a cadeia? — contra-atacou Kamala, que acusou a sua rival de espalhar um “monte de mentiras” sobre o aborto que “insultam as mulheres”. Rumores de Imigração As afirmações de Trump de que os imigrantes comem animais de estimação dos americanos foram talvez o ponto culminante dos rumores. — Em Springfield comem os cachorros, as pessoas que chegam, comem os gatos, comem os bichinhos das pessoas que moram lá. E é isso que está acontecendo em nosso país — disse Trump, repetindo um boato propagado desde segunda-feira pelos republicanos e negado pelas autoridades a respeito dos migrantes haitianos. Quando os moderadores do debate afirmaram que as autoridades da cidade não tinham encontrado provas de tais crimes, Trump disse que “o pessoal da televisão” o tinha dito. Duelo de política externa A política externa ficou em grande parte em segundo plano, embora cada candidato tenha aproveitado o debate para atacar os pontos de vista do seu oponente e apresentar visões do mundo radicalmente diferentes. Kamala afirmou que Trump é motivo de chacota dos líderes mundiais e alertou que o republicano iria “entregar” a Ucrânia ao presidente russo, Vladimir Putin, que por sua vez “comeria vivo” o magnata americano. O candidato republicano afirmou que “Israel desaparecerá” sob a presidência de Kamala. — Ela odeia Israel. Se ela se tornar presidente, não creio que Israel existirá em dois anos”, disse Trump. ‘Kamala venceu com folga’ Alguns temiam que Kamala vacilasse sob os ataques de Trump. Mas a vice-presidente, claramente bem preparada, soube como apresentar seus argumentos e encurralou o magnata, segundo analistas – Trump foi terrível e [Kamala] Harris venceu com folga — disse à AFP Larry Sabato, professor de Política da Universidade da Virgínia. —Ela se vingou da derrota de Biden no primeiro debate. Para o estrategista republicano Liam Donovan, “a vice-presidente executou sua estratégia perfeitamente, esquivando-se das perguntas do moderador, dando golpes em Trump e provocando ataques furiosos”. O professor Julian Zelizer, da Universidade de Princeton, descreveu a “precisão e planejamento de [Kamala] Harris diante do caos, da raiva e da desinformação de Trump.”
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