A afirmação foi feita durante evento do Google sobre as eleições municipais de 2024, com 1º turno realizado no dia 6 de outubro. Urna eletrônica Justiça Eleitoral Ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Floriano de Azevedo Marques Neto afirmou nesta segunda-feira (5) que a Justiça Eleitoral trabalha com plataformas para que as redes sociais cumpram as leis e combatam notícias falsas. “A última coisa que a Justiça Eleitoral quer é ser ineficiente e não quer ser uma instância de censura e castração. Mas também não pode deixar de atuar no ambiente mais limpo possível para que os eleitores formem suas convicções”, afirmou. A afirmação foi feita em reunião promovida pelo Google sobre as eleições de 2024, que acontece em São Paulo. A empresa apresentou uma série de ações já realizadas e que pretende candidatar nas eleições (veja abaixo). Nas últimas eleições, realizadas em 2022, as urnas eletrônicas foram alvo de ataques de desinformação que questionaram o processo eleitoral. Parte dos ataques partiu do então presidente, Jair Bolsonaro (PL), que não foi reeleito. Segundo Marques Neto, o TSE está passando por um processo de adaptação com o tempo exigido pelas redes sociais e que, se a Justiça Eleitoral demorar para agir, “a eleição já acabou e tem que usar remédios que não são o melhor, como cancelar eleitos que receberam voto popular”, afirmou. Um dos exemplos citados pelo ministro é o uso de inteligência artificial em campanhas eleitorais. Para ele, é necessário que políticos e usuários de redes sociais relatem como e onde usaram a ferramenta em imagens e vídeos a favor ou contra candidatos. Durante o evento, o Google celebrou parceria de 10 anos com a Justiça Eleitoral e apresentou suas políticas para as eleições municipais de 2024, que serão realizadas no primeiro domingo de outubro. A rede social atualizou suas políticas de anúncios em 2023 e proíbe anúncios com conteúdo político em suas buscas. No total, 5,5 mil milhões de anúncios e 12,7 milhões de contas foram suspensas ou removidas por violações. Este ano, a empresa definiu três focos para as eleições de outubro: Contribuir para a divulgação de informações confiáveis; Ações de capacitação e formação; Colaborar no combate à desinformação. “Nosso principal objetivo nas eleições é conectar os usuários com informações confiáveis”, afirma Luisa Phebo, líder de parcerias e impacto social do Search Google Brasil. Parte do trabalho inclui a facilitação do acesso à informação sobre os serviços eleitorais, incluindo como obter o título de eleitor, como votar, onde votar e debates entre candidatos. Em 2022, o Google somou mais de 240 milhões de pesquisas ligadas às eleições entre o 1º e o 2º turno da disputa presidencial.
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