Em entrevista ao Jornal da CBN, Raquel Kochhann, da seleção feminina de rugby e porta-bandeira da delegação brasileira na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de 2024, compartilha suas expectativas para o evento e fala sobre o privilégio de ser porta-bandeira:
‘Para ser sincero, acho que nem nos meus sonhos mais loucos imaginei ter esta honra, porque na verdade, esse papel geralmente é atribuído a atletas medalhistas ou com grande potencial para trazer uma medalha ao nosso país. E o nosso esporte, o rugby, continua em alta (…) Então, ter essa honra de poder carregar a nossa bandeira e representar a cara do Brasil nesse momento, para mim não há muitas palavras que eu possa usar . Eu realmente não imaginei e é uma grande honra e uma alegria indescritível’.
Ela conta que a seleção feminina de rugby chega aos Jogos de Paris com grande expectativa:
‘Nossa expectativa é poder mostrar ao mundo, que já nos conhece um pouco melhor, mas principalmente também aos brasileiros, um esporte diferente, o rugby. Nosso foco no treino e durante toda a preparação foi estudar ao máximo nossos adversários. É um jogo rápido e dinâmico onde tudo pode acontecer. Não falamos muito de resultados, mas sim de pequenas ações, de conseguir nos colocar em campo e impor o nosso jogo’.
Raquel Kochhann descobriu um tumor na mama após os Jogos de Tóquio 2020, tirou uma folga para tratamento, se recuperou e voltou ao esporte a tempo de disputar uma vaga no time e chegar a Paris 2024. Raquel falou sobre sua luta contra o câncer e uma tumor ósseo, destacando a importância do esporte na sua recuperação:
‘O esporte sempre foi o combustível, né? Sempre, mesmo durante o tratamento, nunca me afastei completamente das atividades. Às vezes tinha dias que era um pouco mais difícil, que o corpo ficava um pouco mais debilitado por causa da quimioterapia, mas eu estava sempre ali, fazendo o que podia, sempre com orientação’.
Desde criança, Raquel Kochhann sempre quis ser atleta. Ela relembra uma história contada por sua mãe:
‘Um dia eu perguntei para minha mãe, a gente morava no interior de Pinhalzinho, lá na Roça, e eu perguntei para minha mãe se teve um momento, alguma coisa em que eu comecei a falar que queria ser atleta e ela disse que era desde que eu comecei a falar. Eu falei que um dia representaria o Brasil e usaria amarelinha’.
Em 2024, apesar de o Brasil ter garantido vaga no rugby, ela ainda teve que disputar uma vaga no time, disputando com mais de 20 atletas da seleção. Raquel destaca que se sente honrada por ter conquistado sua vaga, destacando que não é uma vaga garantida para ninguém e exige muito esforço e dedicação.
simulador de emprestimo itau consignado
quando vai ser liberado o empréstimo consignado 2023
emprestimo consignado banco pan
bancos que compram dívidas
empréstimo consignado não foi descontado em folha
banco pan empréstimo telefone
empréstimo para servidor público municipal