O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou durante essa batida no Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, que enfrentará desafios com um projeto no Senado para renegociar a dívida dos estados, estimada em mais de R$ 700 bilhões. Haddad disse que o projeto precisa ser revisto:
O presidente Pacheco, legitimamente, ele é presidente do Congresso Nacional, presidente do Poder da República, apresentou um texto diferente do do Tesouro, com parâmetros, efetivamente, que discordam do que imaginamos. Tive a oportunidade, muito cordialmente, de conversar com ele na Presidência da República, e concordamos em tentar sentar com o relator para ajustar o texto, até porque o texto apresentado tem um impacto primário e imediato no as contas primárias.
O ministro afirmou ainda que o Brasil enfrentou duas pandemias, a sanitária, em 2020, e a deixada pelo governo de Jair Bolsonaro. Haddad disse que o governo do presidente Lula e a equipe econômica estão trazendo ordem à casa depois do buraco público deixado pelo governo Bolsonaro, segundo Haddad.
O Brasil, do ponto de vista fiscal, viveu duas pandemias, a própria pandemia e a eleição de 2022, que foi inadimplente, usaram o dinheiro dos governadores, abriram os cofres do Tesouro para distribuir benefícios em período eleitoral.
O ministro afirmou ainda, durante a Sabatina, que transformar o Banco Central em empresa não é o caminho a seguir.
Uma coisa é discutir autonomia financeira, a favor, estou dizendo, estou dizendo publicamente que estou disposto. A outra coisa é transformá-la em empresa, criando uma nova figura que seja o Estado seleto, e subordina-lo ao Senado e não ao Conselho Monetário Nacional. Eu não acho que seja o caminho.
Haddad afirmou ainda que o governo enfrenta um desafio na comunicação com a população e disse que a oposição trabalha para criminalizar as instituições brasileiras.
Temos hoje uma oposição que realmente trabalha para minar a credibilidade das instituições, dos dados oficiais do Estado brasileiro e que atua dia após dia nas redes sociais. Nunca vi um negócio assim.
Haddad foi questionado sobre quem é o pai da isenção da carne na aprovação do projeto que regulamenta a reforma tributária. Há um conflito entre o PT e o PL sobre o autor da medida.
Ele não respondeu à pergunta. Lembramos que tanto a entrevista com Haddad, que aconteceu esta manhã, quanto a entrevista que acontecerá com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, fazem parte de uma série de ações que estão sendo realizadas pela Abraji.
O presidente do Senado será questionado por jornalistas e essa discussão deverá incluir, entre outros temas, o projeto regulatório. O projeto de regulação da inteligência artificial e o debate sobre o combate ao assédio judicial contra jornalistas.
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