Segundo dados obtidos pela coluna, o número de funcionários em greve, três meses após o início do movimento, é de 406 pessoas. Segundo a federação, há 2,9 mil servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de braços cruzados O Superior Tribunal de Justiça decidiu arquivar, sem julgar o mérito, a ação movida contra o acordo firmado entre o governo federal e o Único Central dos Trabalhadores. Isso implica reconhecer como válido o acordo firmado e rejeitar a revogação proposta pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores na Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps). Quer ficar por dentro? Acompanhe o canal Servidor Público do EXTRA no Whatsapp Segundo dados obtidos pela coluna, o número de servidores em greve, três meses após o início do movimento, é de 406 pessoas. Segundo a federação, há 2,9 mil funcionários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de braços cruzados. Veja: Universidades públicas do Rio receberão transferências irrestritas do Executivo Durante o movimento, quatro mil exames médicos presenciais foram remarcados e cem mil pessoas ficaram sem atendimento nos 1.572 órgãos da Previdência Social do país. Nesse período, o número de pedidos de reconhecimento inicial de direitos também aumentou: de 1.353.910 para 1.506.608 em todo o Brasil, um aumento de 11,27%. Entenda: Cálculo das pensões por morte de servidores civis federais será alterado a partir de setembro No primeiro mês de greve, o STJ determinou que a greve dos servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) fosse limitada a apenas 15% das equipes de cada unidade administrativa. A sentença prevê que o sindicato responsável pelo movimento grevista será multado em R$ 500 mil por dia em caso de descumprimento. A greve, lançada por tempo indeterminado, começou há duas semanas. Por dentro do acordo O acordo firmado entre a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Seguridade Social, vinculada à Central Única dos Trabalhadores (CUT), e o Sindicato prevê reajuste salarial parcelado, reestruturação de carreiras em diferentes níveis, cumprimento de pontos estabelecidos em negociações anteriores e, bem como outros temas não remunerativos, a situação é complicada. Até quinta: Rioprevidência leva serviços ao interior do estado com projeto itinerante Duas propostas foram colocadas na mesa pelo governo, ambas oferecendo reajustes salariais escalonados para 2025 e 2026, além de reajustes na tabela de remuneração e mudanças no Seguro Bônus Social de Desempenho de Atividade (GDASS). Para todas as categorias, o reajuste acumulado entre 2023 e 2026 —fim do governo Lula (PT)— é de pelo menos 24,8%, podendo chegar a 29,9%. A variação depende do nível de carreira e da carga horária semanal. Fique de olho: Justiça do Trabalho do Rio abre seleção para revisores de textos jurídicos e literários A primeira proposta contempla a ampliação da tabela salarial e o reposicionamento dos atuais empregados, enquanto a segunda propõe a transformação de percentuais do Adicional por Tempo de Serviço ( ATS) em valores nominais, a incorporação do Prémio de Actividade Executiva (GAE) no vencimento base e a criação de novos padrões nas classes A e Especial. Mais mudanças A proposta traz outras mudanças importantes, entre elas o regulamento do Comitê de Gestão de Carreiras, previsto para começar a funcionar a partir de outubro de 2024. Ficou de fora? Desclassificações na migração de carga horária do Rio são mapeadas por sindicato O Comitê terá um prazo inicial de três meses, com possibilidade de prorrogação por mais três meses, para discutir a exigência de ensino superior como requisito para ingresso em cargos que atualmente exigem ensino médio. Processo seletivo: Justiça do Trabalho do Rio abre seleção para revisores de textos jurídicos e literários Além disso, o governo se comprometeu a alterar a Lei 10.855/2004, substituindo a expressão “particular” por “exclusiva”, que garante atribuições específicas da carreira da Previdência Social no INSS. Saiba mais taboola
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