Greves de funcionários afetam serviços essenciais, como análise e concessão de benefícios O Ministério da Gestão e Inovação (MGI) anunciou a realização da 5ª reunião da Mesa Específica e Temporária do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), marcada para a próxima sexta-feira ( dia 09). A reunião será realizada às 14h30 no MGI, localizado na Esplanada dos Ministérios. O encontro tem como objetivo discutir assuntos relacionados à Previdência Social e ao INSS. Na última reunião, que ocorreu no dia 16 de julho, houve melhoria nas tabelas salariais propostas, mas as entidades representativas apontaram que o reajuste proposto para o Gratificação de Desempenho de Atividade da Previdência Social (GDASS) está em desacordo com o Acordo de Greve. 2022. Este acordo prevê a incorporação gradual do GDASS no vencimento base, com o objetivo de corrigir uma grave distorção remuneratória. A greve dos funcionários do INSS atinge serviços essenciais, como análise e concessão de benefícios, atendimentos presenciais (exceto perícias médicas) e análise de recursos e revisões. A paralisação pode comprometer a operação de pente fino do auxílio temporário, que visa economizar R$ 26 bilhões em despesas obrigatórias, conforme anunciou o ministro Carlos Lupi. Na opinião dos sindicalistas, apesar da proposta de aumento de níveis e classes para progressão funcional, passando de 17 para 20 níveis, o reajuste ainda não compensou as perdas salariais acumuladas pela categoria desde 2017, que somam cerca de 53%. Além disso, a redução do salário inicial na Carreira foi um ponto criticado pela federação. Negociações paradas na Justiça A Procuradoria-Geral da União ajuizou ação no Superior Tribunal de Justiça na qual pedia a suspensão da greve dos funcionários do órgão. A notícia – vinculada ao relatório de descontos dos dias de paralisação – caiu como uma bomba entre os representantes da categoria. E o acolhimento virou uma “contraofensiva” judicial, para proteger os servidores, que estão em greve há duas semanas. A Associação Nacional dos Servidores Públicos, Pensões e Seguridade Social (Anasps), por exemplo, impetrou mandado de segurança na Justiça Federal para garantir o direito à greve dos servidores do INSS e evitar cortes de salários e salários, desde que os serviços essenciais sejam atendidos . Reunião com o presidente do INSS Em reunião entre Alessandro Stefanutto, presidente do INSS, e representantes dos trabalhadores, realizada há duas semanas, os sindicalistas apresentaram os principais pontos que mantêm a categoria em greve. Até o momento, a União ofereceu reajuste acumulado de até 28,7% em quatro anos (2023-2026). Além disso, o governo comprometeu-se a implementar o Comité de Gestão de Carreiras, previsto na lei, e a valorizar o vencimento base, reduzindo a diferença com o GDASS. Foi também proposta a criação de um prémio de actividade em substituição do Prémio de Actividade Executiva (GAE). No entanto, em assembleia geral, a maioria dos funcionários rejeitou a proposta do governo, apresentada pelo Ministério da Gestão e Inovação nos Serviços Públicos na última mesa temporária e sectorial. Um dos principais pontos de divergência é a concessão de um reajuste no Prêmio de Desempenho de Atividade Previdenciária (GDASS), que os funcionários desejam que seja aplicado ao Salário Base (VB). Atualmente, muitos servidores de carreira recebem VB inferior ao salário mínimo. Outra demanda crucial é a instalação imediata de uma mesa para discutir a reestruturação de carreiras, que o MGI propôs iniciar em setembro, com conclusão em seis meses. Porém, os servidores exigem que esta tabela seja instalada imediatamente e que o prazo para conclusão seja menor. Saiba mais taboola
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