Fim da greve e desconto de dias de greve agora são debatidos na Justiça Na noite da última terça-feira (23), antes mesmo da reunião entre sindicatos e o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a Procuradoria-Geral da União havia protocolado ação ação perante o Superior Tribunal de Justiça solicitando a suspensão da greve dos funcionários do órgão. A notícia – vinculada ao relatório de descontos dos dias de paralisação – caiu como uma bomba entre os representantes da categoria. E o acolhimento virou uma “contraofensiva” judicial, para proteger os servidores, que estão em greve há duas semanas. Acompanhe: Governo federal vai ao STJ contra greve de servidores do INSS Reestruturação: Sindicato fecha acordo com carreiras de Planejamento e Orçamento A Associação Nacional dos Servidores Públicos, da Previdência e da Previdência Social (Anasps), por exemplo, entrou com mandado de segurança na Justiça Federal garantir o direito à greve dos funcionários do INSS e evitar cortes de horas e salários, desde que sejam prestados serviços essenciais. A greve dos servidores do INSS atinge serviços essenciais, como análise e concessão de benefícios, atendimentos presenciais (exceto perícias médicas) e análise de recursos e avaliações. A paralisação pode comprometer a operação de pente fino do auxílio temporário, que visa economizar R$ 26 bilhões em despesas obrigatórias, conforme anunciou o ministro Carlos Lupi. A Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores na Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (FENASPS) informou que acompanhará de perto o processo e tomará todas as medidas necessárias para garantir o direito de greve da categoria e pressionar o governo para o cumprimento das o acordo de greve de 2022. Canal EXTRA no WhatsApp: Entre no canal Servidor Público e não perca as principais notícias Cristiano Machado, diretor da Fenasps, apontou a necessidade de intensificar a mobilização e a luta para obrigar o governo a negociar e avançar nas agendas reivindicadas. – A nossa resposta tem que ser um aumento da greve, aumentando a mobilização, as reuniões nos locais de trabalho, as assembleias estaduais e as atividades de rua, para forçar o governo a negociar connosco e para que possamos avançar na agenda. É uma greve até a vitória – disse. Encontro com Stefanutto Durante o encontro entre Alessandro Stefanutto, presidente do INSS, e representantes dos servidores, os sindicalistas apresentaram os principais pontos que mantêm a categoria em greve. Até o momento, a União ofereceu reajuste acumulado de até 28,7% em quatro anos (2023-2026). Além disso, o governo comprometeu-se a implementar o Comité de Gestão de Carreiras, previsto na lei, e a valorizar o vencimento base, reduzindo a diferença com o GDASS. Foi também proposta a criação de um prémio de actividade em substituição do Prémio de Actividade Executiva (GAE). No entanto, em assembleia geral, a maioria dos funcionários rejeitou a proposta do governo, apresentada pelo Ministério da Gestão e Inovação nos Serviços Públicos na última mesa temporária e sectorial. Um dos principais pontos de divergência é a concessão de um reajuste no Prêmio de Desempenho de Atividade Previdenciária (GDASS), que os funcionários desejam que seja aplicado ao Salário Base (VB). Atualmente, muitos servidores de carreira recebem VB inferior ao salário mínimo. Outra demanda crucial é a instalação imediata de uma mesa para discutir a reestruturação de carreiras, que o MGI propôs iniciar em setembro, com conclusão em seis meses. Porém, os servidores exigem que esta tabela seja instalada imediatamente e que o prazo para conclusão seja menor. Saiba mais taboola
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