Clube de John Textor é responsável por 22,6% do total investido pelos 20 clubes da Série A Três fatos chamaram minha atenção na janela fechada da noite de segunda-feira para novos recordes no futebol brasileiro. Primeiro, a incompetência da diretoria vascaína na busca por um zagueiro. Depois, a coincidência de Flamengo e Palmeiras gastarem em média os mesmos R$ 34,2 milhões para cada jogador. E, por fim, o volume de dinheiro empenhado pelos clubes da Série A (R$ 1,027 bilhão), mais de três vezes o valor gasto na segunda janela de 2023 (R$ 329 milhões). Nos 54 dias em que o período de inscrições esteve aberto (de 10 de julho a 2 de setembro), o Vasco abriu conversas com agentes dos zagueiros Maurício Lemos (Atlético-MG), Rafael Tolói (Atalanta), Adryelson (Lyon), Mina (Cagliari), Luan Peres (Fenerbahçe) e Ian Glavinovichi, do Newell’s Old Boys. Mas não conseguiu reforçar o setor mais necessitado da equipe de Rafael Paiva. Pior: cometer o erro de fechar o empréstimo do argentino de 22 anos e não concretizar o negócio pela demora na troca de documentos. O argentino Alcaraz foi expulso em seu jogo de estreia, na derrota do Flamengo para o Corinthians Reprodução/TV Globo IGUALDADE. Muito curioso que Flamengo e Palmeiras se igualaram no valor médio utilizado na contratação de cada um dos reforços. Os rubro-negros destinaram R$ 137 milhões para adquirir quatro jogadores com idade média de 26,2 anos: Carlos Alcaraz, 21; Miguel, 28; Alex Sandro, 33; e Gonzalo Plata, 23. O time paulista investiu R$ 102,8 milhões em três reforços com média de 24,6 anos: Mauricio, 23; Augustin Giay, 20; e Felipe Anderson, 31. Com base nos valores levantados pelo “Espião Estatístico”, foram os clubes com maior média de investimento. Isso significa que, por possuírem elencos mais bem estruturados, Flamengo e Palmeiras optaram pela qualidade. O clube carioca, por exemplo, é a segunda contratação mais cara desta janela, com R$ 110,6 milhões gastos na contratação do meia Alcaraz, de 21 anos, expulso em seu jogo de estreia. E o quarto e o sétimo são paulistas, com os R$ 62,1 milhões pagos para adquirir o atacante Maurício, de 23 anos, e os R$ 40,7 milhões destinados à compra dos direitos do lateral argentino Giay. LÍDER. O Botafogo, do americano JohnTextor, foi quem mais investiu. Mas os R$ 233 milhões provenientes da aquisição de oito jogadores o colocam na terceira posição média, com R$ 29,1 milhões. Mesmo assim, o clube foi responsável por 22,6% do total (R$ 1,027 bilhão) gasto pelos 20 clubes da Série A.
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