As instituições participantes terão acesso a formação de educadores, material didático de acordo com a legislação, apoio técnico e pedagógico e estratégia de monitoramento e avaliação. A Fundação Roberto Marinho e o Ministério do Trabalho lançaram, nesta segunda-feira (12), a Coalizão Aprendiz Legal, movimento para impulsionar a inclusão produtiva de jovens de todo o país, com trabalho regular, direitos garantidos e formação profissional de qualidade. O objetivo da coalizão é democratizar, ampliar e qualificar o acesso à aprendizagem profissional no Brasil. Para tanto, o projeto propõe uma solução gratuita para instituições que queiram implementar o programa, de duas formas: Legal Aprendiz: compartilhamento gratuito da solução Legal Aprendiz, reconhecida como uma das melhores do Brasil na área de aprendizagem profissional , com implementadores de pequenas e médias empresas em todo o país. Pré-Aprendizagem: oferta de um conjunto de circuitos de aprendizagem para instituições que atendem adolescentes e jovens a partir do ensino fundamental II, visando prepará-los para o mundo do trabalho de forma gradual e eficiente. Como participar? Para participar da Coalizão Aprendiz Legal, as instituições interessadas devem acessar o site do Aprendiz Legal. Informações sobre o perfil de atividade, dados da empresa e dos responsáveis são necessárias para o cadastro. Recursos oferecidos pela Fundação Roberto Marinho As instituições implementadoras terão acesso a uma metodologia socioeducativa exclusiva, desenvolvida ao longo de 20 anos, com formação inicial e continuada de educadores, material didático de acordo com a legislação, suporte técnico e pedagógico e acompanhamento e estratégia de avaliação. Estes recursos abrangem: qualificações sociais e profissionais alinhadas com as exigências atuais e futuras do mercado de trabalho; desenvolvimento pessoal, social e profissional de adolescentes, jovens e pessoas com deficiência; desenvolvimento de competências socioemocionais, digitais e competências necessárias para ocupações no programa de aprendizagem. Aprendizes De acordo com a Lei da Aprendizagem, empresas de qualquer natureza, que tenham no mínimo sete funcionários, são obrigadas a contratar aprendizes, inclusive empresas públicas e sociedades de economia mista. O percentual pode variar entre 5 e 15%, dependendo do número de funcionários. É facultada às microempresas, pequenas empresas e entidades sem fins lucrativos a contratação de aprendizes que tenham como objetivo a formação profissional. Mais sobre Trabalho e Carreira: Casal viaja pelo Brasil para concursos e arrecada aprovações ‘Prêmio CLT’: entenda termo usado em tendência que ostenta ‘luxos trabalhistas’ Entenda se empresa pode reduzir salário Corretores viralizam ao mostrar imóveis de luxo e ganham altos rendimentos com comissões
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