Aquarelista que mora no sudeste do Brasil desde 2018, participa de sua 1ª exposição na capital. Artista amapaense Maysa Brandão Arquivo pessoal Nascida no Amapá, mas radicada no Rio de Janeiro desde 2018, a artista Maysa Brandão participa de sua 1ª exposição na capital carioca, intitulada ”Fragmentos”. A obra é uma parceria entre Maysa e a fotógrafa Regina Correia e fica exposta no Centro de Artes Calouste Gulbenkian, no Centro do Rio, até 28 de setembro. (Veja o serviço no final deste artigo). Clique aqui para acompanhar o canal g1 AP no WhatsApp Quem for ao Centro encontrará obras inspiradas no cotidiano carioca, como o vendedor ambulante com carrinho de bebidas na Praça 15 de Novembro, o salva-vidas na praia do Leme , a idosa estilosa no transporte público e inúmeras fachadas em percursos da “Cidade Maravilhosa”. As fotografias de Regina prometem despertar sentimentos de dor e emoções nos visitantes. O trabalho foi desenvolvido após Correia ter contato com crianças de rua no Rio de Janeiro. Exposição segue até 28 de setembro Reprodução Maysa Brandão O trabalho de Maysa é inspirado no cotidiano desde a época em que morou em Macapá. A caminho da Universidade Federal do Amapá (Unifap), onde foi estudante, Brandão já fazia suas primeiras criações. Uma das obras que se destaca na exposição Fragmentedos é a pintura de uma idosa que estava sentada no coletivo. A olho nu, ela era apenas uma passageira. Para Maysa, esse foi um puro retrato da vida cotidiana. “Essa senhora do chapéu costuma pegar a linha 472 e seguir em direção ao Leme. Sempre muito estilosa, de chapéu e papel. Um passatempo que tenho nas rodoviárias é ler essas placas e mensagens gravadas nos bancos e imaginar quem são seus interlocutores e o histórias que podem ser criadas a partir disso.” Ao descrever seus trabalhos, Maysa destaca que seu trabalho não poderia ter outra inspiração. “O que aconteceu comigo é que me apaixonei pela forma como a vida se apresenta nesses breves detalhes que consigo contemplar, e em vez de escrever uma nova história, procuro transmitir o que “é”, ou melhor, o que parece para mim ser”, diz Maysa. Obra inspirada em vendedores ambulantes do Rio Maysa Bradão Brandão reúne as coleções: “Sob Um Só Sol” – traz a disparidade social e econômica dos ambientes de lazer, como a praia, mas na perspectiva dos trabalhadores; “Sustilitaristas” – que celebra a importância dos veículos utilizados no apoio às famílias); “Fachadas” – sobre a beleza dos edifícios urbanos); “Domingo de Sol” (rotina de autocuidado em movimento; “The Same Point” – coloca o transporte público em primeiro plano. Serviço de Exposição Fragmentada Data: até 28 de setembro Local: Centro de Artes Calouste Gulbenkian Acompanhe as redes sociais e Rede do g1 Amapá Amazônica: Instagram,
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