O fogo foi controlado pelo quarto dia consecutivo de trabalho dos bombeiros no Parque Estadual de Itapetinga, uma Unidade de Conservação (UC), mas a situação ainda não é considerada encerrada. O monitoramento da área continua. Incêndio na área de Bom Jesus dos Perdões é controlado, mas monitoramento continua Reprodução/TV Vanguarda O incêndio em área de preservação ambiental de Bom Jesus dos Perdões, no interior de São Paulo, foi controlado nesta sexta-feira (6) , quatro dias após o início do incêndio. Clique aqui para acompanhar o canal g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Além do trabalho de cerca de 40 brigadistas, a passagem de uma frente fria que deixou o ar mais úmido e as temperaturas mais amenas na região de Bragantina ajudou a diminuir a intensidade do as chamas. Apesar disso, a Fundação Florestal, responsável pelo Parque Estadual de Itapetinga, Unidade de Conservação (UC) onde o fogo se alastrou nos últimos dias, ainda não considera a situação encerrada. Incêndio em área de mata em Bom Jesus dos Perdões Pedro Isso porque, após a passagem da frente fria que ajudou a controlar o fogo, o calor e o tempo seco deverão retornar à região, o que poderá provocar reacendimentos – quando brasas e focos ocultos se espalham novamente e novos incêndios retornam. “A extinção é difícil porque as faíscas e as brasas persistem. Eles aguardam um clima favorável, mais seco e com mais vento, para reacender novos focos”, afirma o gerente da Unidade de Conservação, Fabrício Pinheiro da Cunha. “Ficamos de olho na vegetação, no terreno e no clima. A frente fria retém muito calor e evita que os surtos reacendam. Mas continuamos buscando surtos e reinicializações para apagar”, acrescenta Fabrício. Incêndio na área de preservação ambiental de Bom Jesus dos Perdões Reprodução/TV Vanguarda A área total atingida foi equivalente a cerca de 150 campos de futebol. O incêndio começou na última terça-feira (3) e, por atingir uma região montanhosa, dificultou o trabalho dos bombeiros. “A equipe caminhou de três a quatro quilômetros. A topografia é de muito difícil acesso. A chegada do vento muitas vezes alimenta o fogo com oxigênio. Então tem pontos que já passamos, mas pode haver reacendimentos. Depois voltamos e tentamos lutar. É um trabalho de formiga”, explica o brigadeiro da Fundação Florestal, Lucas Gabriel Rosa. As equipes, que reúnem bombeiros, agentes da Defesa Civil, funcionários da Fundação Florestal e voluntários, permanecem no local para prevenir novos incêndios. Um drone é usado para identificação. Leia mais notícias do Vale do Paraíba e região Além disso, especialistas da ONG Simbiose, que trabalha com conservação ambiental, estão no local para avaliar os impactos causados pelo fogo na fauna e na flora. “Encontramos uma cobra coral, provavelmente falsa, e um lagarto que ainda não identificamos. Também podemos encontrar (animais) vivos, o que é um perigo. Temos que ter essa atenção”, afirma Anderson Luis Rodrigues, integrante da ONG. Cobra morta em incêndio em Bom Jesus dos Perdões Peterson Grecco/TV Vanguarda O especialista em manejo de solo, Vinícius Dezorzi, explica que mais de 400 espécies já foram registradas no Parque Estadual de Itapetinga, em Bom Jesus dos Perdões. A ONG trabalha agora para identificar quais espécies foram afetadas. “Encontramos mais de 400 espécies em áreas rochosas. Desses 400, cerca de 200 normalmente crescem nas rochas. Eles precisam da rocha. E dezenas são consideradas ameaçadas de extinção.” Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região Bragantina
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