Com gols de Pedro e Luis Araújo, time carioca domina o rival do início ao fim no Maracanã Se o reencontro antes dos 15 minutos entre Flamengo e Palmeiras teve aparência de final antecipada, a atuação rubro-negra com vitória por 2 a 0 no a primeira partida das oitavas de final da Copa do Brasil desmistificou o equilíbrio recente do confronto. Num Maracanã lotado com 64 mil pessoas, o Flamengo ficou no duelo dos mais talentosos e com mais pernas na recente maratona pós-Copa América. Com gols de Pedro e Luis Araújo, ambos no segundo tempo, abriu vantagem considerável nas oitavas de final, com direito a uma imposição de jogo que o faz carregar com facilidade o favoritismo para a partida de volta, em São Paulo, semana que vem. Por se tratar de uma decisão de idas e vindas, só será possível indicar quem teve a melhor estratégia no final. Mas na primeira partida o Flamengo não poupou dedicação, enquanto o Palmeiras parecia preocupado em se defender para resolver a classificação em casa. Antes de saber quem terá vaga nas quartas de final, os dois times se comprometem com o Campeonato Brasileiro no fim de semana, com chance de poupar vários atletas. Sem pensar, o Flamengo deu tudo. Diante de sua torcida, o time de Tite estabeleceu um ritmo alucinante, representado pela disposição de Ayrton Lucas e Cebolinha no início, e de Luis Araújo no final. Foi no lado esquerdo que surgiram as oportunidades de golo. Mas o Flamengo também criou com Gerson, Pulgar, De La Cruz, Arrascadeta, num meio-campo sólido e talentoso. Distribuiu o jogo de dentro para fora e depois procurou a área, de onde também teve inúmeras chances. O grande problema seria o Flamengo manter a intensidade. Custou a saída de Cebolinha, mais cedo do que o esperado, devido a dores musculares. O atacante foi um dos atletas desgastados pela sequência de jogos. Ciente do rodízio adversário, o Palmeiras adotou uma postura defensiva. Abel Ferreira chegou a se agachar na beira do campo e apenas observar o time segurar o Flamengo, sem muita orientação. Ele parecia ter uma estratégia em mente para os 180 minutos. Com toda a defesa atrás da linha de bola, e sem Estêvão, lesionado, apenas Rony empurrou o time para frente. Em troca de passes errados do Flamengo, o Palmeiras causou sua única jogada perigosa no primeiro tempo. A partir do meio da etapa inicial, o jogo teve um ritmo mais ritmado, também pelas muitas faltas para parar as jogadas, de ambos os lados. A demora excessiva do Palmeiras na continuidade do jogo irritou a torcida e todo o banco rubro-negro, o que gerou discussões entre as comissões técnicas externas. Ambas as equipes passaram a reclamar de todas as abordagens do árbitro, que paralisavam o jogo a todo momento e prejudicavam sua qualidade. A partir daí chegou a hora do chute, e os cartões amarelos foram distribuídos. Na etapa final, o cenário permaneceu o mesmo, com menos correria. Mas os minutos iniciais já mostraram o Flamengo com o mesmo apetite. Sem nenhuma alteração além de Luiz Araújo na vaga de Cebolinha, o time aumentou a pressão e se assustou com finalização de Arrascaeta. O Palmeiras, que não se mexeu, ficou para trás, sem dar continuidade às jogadas de ataque. Depois de tanto insistir, a justiça foi feita. Pulgar esticou a bola para os pés de Gerson, nas entrelinhas, e o meio-campista abriu com Luis Araújo. Na primeira, o lateral encontrou Pedro, que empurrou para a rede. Após o gol, o Flamengo praticamente caiu no chão, sem pernas. O Palmeiras tentou aproveitar e finalmente atacar. Mas limitou-se a levantar bolas para a área. Em contra-ataque fatal, Luis Araújo ampliou. O atacante repleto de estrelas errou por pouco o terceiro gol, para alegria da Nação.
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