Procissão marcou o encerramento de 11 dias de celebrações de Nossa Senhora do Carmo, tradição que se repete há 328 anos na capital pernambucana. Procissão de Nossa Senhora do Carmo marcou o encerramento de 11 dias de celebração em homenagem à padroeira do Recife Uma multidão de fiéis se reuniu no centro do Recife nesta terça-feira (16) para celebrações em homenagem a Nossa Senhora do Carmo, a padroeira da capital pernambucana. Ao longo do dia, milhares de católicos participaram de missas e procissões na basílica dedicada ao santo, no bairro Santo Antônio, seguindo uma tradição que já dura 328 anos. Clique aqui para acompanhar o canal g1 PE no WhatsApp. A procissão saiu da igreja por volta das 18h e seguiu pelas ruas do centro da cidade. Iluminada, a imagem de Nossa Senhora do Carmo foi acompanhada pelos fiéis. A procissão continuou pela Av. Nossa Senhora do Carmo em direção à Praça da República, pela Martins de Barros. O percurso incluiu um regresso pela Rua do Sol, Av. Guararapes e Dantas Barreto, até retorno ao Pátio do Carmo, por volta das 19h30. Uma das devotas presentes foi a aposentada Maria José Gomes, que participa da festa há mais de 30 anos. Ela disse que fez questão de ir à cerimônia para agradecer todas as graças que recebeu ao longo de sua vida. “Minha filha sofreu um acidente muito grave e hoje é professora e formada em Direito. A filha dela também. Meus filhos são todos professores universitários. Só posso agradecer. Tive uma vida muito difícil, mas Deus me acolheu e hoje estamos todos bem”, declarou Maria José. Segundo a aposentada, que estava acompanhada dos netos, a devoção a Nossa Senhora do Carmo é uma tradição familiar, transmitida de geração em geração. “Peço ao Pai Celestial que repita a nossa vinda aqui por muitos e muitos anos”, disse ela. Os professores Andrew Leal e Juliana Vieira também compareceram à basílica para agradecer a saúde de sua filha Aurora, de 1 ano. “Ela estava doente e a mãe dela, minha esposa, prometeu pagar hoje. (…) A gente via isso todo ano, aliás, minha sogra também fez promessa para minha esposa e até hoje ela vem pagar”, explicou André. Juliana disse que se sente muito feliz em participar da Festa do Carmo. “O que peço a Nossa Senhora, ela intercede junto ao Menino Jesus e cumpre”, declarou. Imagem de Nossa Senhora do Carmo durante procissão no centro do Recife Reprodução/TV Globo O simbolismo dos escapulários O dia 16 de julho foi escolhido para homenagear a santa por causa da aparição de Nossa Senhora a São Simão Stock, superior da Igreja Monges carmelitas. Segundo a Igreja Católica, ao aparecer ao monge, o santo lhe presenteou com um escapulário, considerado símbolo sagrado e protetor da igreja. A vendedora Nanny Ferreira disse que sempre usa escapulário e não tira o acessório em hipótese alguma. “Não tiro para nada, nem para tomar banho, porque é muito sagrado. E protege mesmo, demais”, disse ela. A devoção da babá vem da mãe e da avó. “É muito comovente. Cada vez que venho me emociono muito, lembrando que minha mãe, que tem uma piedade inexplicável, é uma pessoa muito religiosa. E isso nos marca”, disse Elza, mãe da Babá. Onze dias de festa A Festa de Nossa Senhora do Carmo reuniu fiéis na Basílica do Carmo, no centro do Recife. Em 11 dias de comemorações, foram realizadas 100 missas durante a programação, que terminou nesta terça-feira. Vestidos de amarelo, cor da padroeira, os devotos deixaram rosas, também amarelas, diante da imagem da santa na basílica. Com o tema “Esperança dos Carmelitas… peregrinos connosco, em oração, rumo ao Jubileu”, o evento teve como lema “Permaneceram unânimes na oração, Maria, mãe de Jesus e de seus irmãos”, numa alusão a o Jubileu da Igreja Católica, que será celebrado em 2025. Na tradição católica, comemorado a cada 25 anos, o Ano Jubilar, também conhecido como Ano Santo, representa um momento caracterizado pelo perdão dos pecados. Nossa Senhora do Carmo é padroeira do Recife desde 1909. A basílica foi construída em 1767, próximo ao local onde hoje fica a Avenida Dantas Barreto, entre os bairros de Santo Antônio e São José. O edifício é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Cultural. Artística Nacional (Iphan). VÍDEOS: mais vistos em Pernambuco nos últimos 7 dias
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