Empresa e proprietária do imóvel onde funcionava, em Peruíbe (SP), deverá pagar R$ 20 mil a um limpador de piscina. A decisão pode ser objeto de recurso. Limpador de piscina entrou com ação após reclamar diversas vezes de barulho e infrações em Peruíbe (SP) Imagens anexadas aos autos A Justiça de Peruíbe (SP) condenou uma escolinha de futebol e o dono do imóvel onde indenizou R$ 20 mil um vizinho , que agiu devido ao barulho excessivo, ameaças e insultos, incluindo o insulto ‘Satanás’. A decisão de primeira instância foi mantida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Ainda há um recurso. Clique aqui para acompanhar o canal g1 Santos no WhatsApp. O morador vencedor da ação, um limpador de piscinas de 38 anos, moveu a ação contra o Casas German FC e o proprietário do espaço em 2017. Ele disse à Justiça que, em agosto de 2015, o imóvel dos fundos foi alugado como um alojamento para acolher adolescentes e jovens que aspiram à carreira de jogador de futebol. Eles vieram de vários estados brasileiros e até de outros países. Com base no documento, obtido pelo g1, o autor morava com a esposa e o filho recém-nascido. Ele relatou que era incomodado por jovens, que faziam barulho excessivo até tarde, bagunçavam no telhado, falavam palavrões, urinavam, cuspiam no quintal e em seu cachorro, além de proferirem insultos. O dono da piscina registrou seis boletins de ocorrência entre 2015 e 2016 com as denúncias e, apesar de tentar conversar, não conseguiu encontrar uma solução. Ele relatou que era constantemente humilhado, e ele e sua esposa eram chamados de “Satanás”. Certa vez, um adolescente disse: ‘O que você está olhando, idiota? Você quer levar um tiro? Conselho Tutelar foi acionado Adolescentes e jovens estavam hospedados na cobertura de um imóvel, em Peruíbe (SP) Imagens anexadas aos autos do caso Ainda segundo o caso, o homem relatou que os jovens não frequentavam escola regular e moravam sozinhos , normalmente sem supervisão de um adulto. Devido ao incômodo causado pelo grupo, o Conselho Tutelar chegou a fiscalizar o local. O Ministério Público de Peruíbe informou que a mãe de um dos adolescentes foi buscar o filho e outros dois jovens após descobrir que eles estavam em situação precária. Ela os levou de volta para Mato Grosso do Sul e registrou boletim de ocorrência contra o responsável pela escola. O limpador de piscinas solicitou a sentença para que os réus pudessem fechar o alojamento ou, pelo menos, adaptar o local. Caso tal não fosse possível, os responsáveis impediriam o acesso dos jovens ao terraço superior. Perturbação da paz Vizinho da escola de futebol alegou que jovens urinaram e cuspiram em seu quintal Imagens anexadas aos autos do processo Em junho deste ano, a juíza Isabel Cogan manteve a decisão da juíza Danielle Camara Takahashi Cosentino Grandinetti. Para Isabel, o conjunto de provas permite concluir que as alegações da moradora em relação ao transtorno são confiáveis. “Além da bagunça ou comoção perpetrada pelos adolescentes no dia a dia, entrar madrugada adentro com gritos e música alta, caracterizando o delito de perturbar o sossego alheio […], o autor também foi vítima dos crimes de injúria e ameaça”, disse o juiz. O que a defesa disse? Meses após o início da ação judicial, a escola de futebol mudou de endereço. Por meio do advogado que a representou, a proprietária do imóvel contestou a condenação, alegando não ser responsável pelos barulhos e ofensas contra a moradora. O desembargador do TJ-SP, porém, concordou com o entendimento do desembargador de primeira instância: “O proprietário de um imóvel locado também responde, pelo menos até certo ponto, pelos atos ilícitos praticados pelo locatário, pois a transferência da posse direta do imóvel propriedade a ele não exime o proprietário do imóvel de ser responsável por qualquer dano causado a terceiro, em razão do seu dever de fiscalizar o (in)uso do imóvel por seu inquilino”, apontou na decisão. Mesmo com a tentativa da Justiça de intimação, a escolinha de futebol não foi localizada durante o processo. Ao g1, a advogada de defesa da proprietária do imóvel disse que não deseja se manifestar. O responsável pela escola não foi localizado. VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos
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