Lançado sob intensa expectativa dos fãs do livro, o filme ‘É Assim que Acaba’ chegou aos cinemas como um grande sucesso. No primeiro final de semana nos cinemas, derrotou ‘Deadpool e Wolverine’ no Brasil e nos Estados Unidos e conquistou o primeiro lugar nas bilheterias. Até agora, o filme arrecadou quase US$ 100 milhões em todo o mundo.
Na trama, Lily Bloom (interpretada por Blake Lively) tenta superar os traumas da juventude e se muda para outra cidade, em busca de começar uma nova vida. Lá, ela conhece um neurocirurgião (Justin Baldoni, que também dirige) e inicia um romance, que a lembra de questões do passado.
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Abordando a violência doméstica e a violência contra as mulheres, a obra original de Colleen Hoover já estava cercada de polêmica – Alguns a criticaram por romantizar excessivamente seu relacionamento. Porém, ao chegar ao cinema, a confusão chegou aos bastidores.
Problemas no set e distanciamento durante a estreia
Blake Lively é o protagonista de ‘É assim que termina’. — Foto: Reprodução
Nada foi abordado publicamente, mas os primeiros sinais começaram em junho, quando Lively – que é produtora e liderou o projeto – exibiu o filme em uma sessão de perguntas e respostas. Até agora tudo bem. O problema é que foi um corte diferente do final, que foi para os cinemas, do jeito que a atriz mais gostou. O diretor não estava presente naquele dia.
Após seu lançamento, as redes sociais foram marcadas por polêmicas entre Blake e Baldoni. Enquanto a primeira publicou publicações promovendo ‘É Assim que Acaba’, abordando aspectos românticos da obra (em entrevistas, a atriz falou sobre os temas mais delicados da produção), a segunda destacou em diversas entrevistas que se tratava de uma matéria sobre violência contra a mulher.
Ficou claro que havia algo estranho no ar quando, na estreia em Nova York, mesmo com todos presentes, o diretor não tirou nenhuma foto com Blake Lively, Colleen Hoover e os demais protagonistas do filme. Depois disso, ele não apareceu na estreia no Reino Unido, onde o resto do elenco estava presente.
Uma reportagem do The Hollywood Reporter diz que Baldoni e Lively tiveram diferenças criativas ao longo do desenvolvimento. Na verdade, o marido de Blake, Ryan Reynolds (que interpreta Deadpool), teria reescrito uma cena crucial sem o diretor saber – ela confirmou a informação em entrevista ao E!. Além disso, o protagonista teria encomendado outra edição do filme realizado por Shane Reid, que foi exibido na sessão de perguntas e respostas. Porém, isso acabou não chegando aos cinemas.
A mesma matéria indica que parte do elenco teve problemas durante as gravações com o ator e cineasta. Eles teriam se sentido desconfortáveis com seu comportamento no set.
Se ainda havia dúvidas sobre as complicações de ‘É Assim Que Acaba’, não houve mais com as últimas notícias. Justin Baldoni contratou a gerente de crise Melissa Nathan, que trabalhou com Johnny Depp durante seu julgamento por violência doméstica contra a ex-mulher Amber Heard.
Antes da notícia se tornar pública, ele foi questionado pelo Entertainment Tonight se o filme teria uma sequência (nos livros, há a sequência ‘É assim que começa’) e, em caso afirmativo, se ele o dirigiria. A resposta não poderia ter sido mais ‘clara’:
— Você terá que me perguntar em breve. Mas acho que existem pessoas melhores para isso. Acho que Blake Lively está pronto para dirigir. É o que penso”, afirmou ela.
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