Richard Cruz, 20 anos, morreu no último sábado enquanto estava internado no hospital Lourenço Jorge; família acusa médico de ser responsável pela morte do menino Uma enfermeira que presenciou a morte de Richard Cruz, de 20 anos, no Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, relatou à polícia que o jovem estava “descontrolado e em estado de choque”. ataque de fúria”. Richard foi levado para a unidade na noite de sábado, após ser encontrado na rua com um corte no pescoço causado por uma faca. Durante sua internação, parentes e amigos alegam que Richard foi agredido por um dos médicos, que atingiu o ferimento com um soco. A Delegacia de Homicídios da Capital investiga as circunstâncias da morte. Milkshake envenenado: perito conclui que havia bolinha na bebida que matou jovem Operação na Zona Norte: em ação no Chapadão, PM prende homem e apreende fuzil após troca de tiros nesta segunda-feira No depoimento, a enfermeira descreveu o comportamento de Richard como agressivo e ameaçador. “Que durante o decorrer do tratamento ele (Richard) se apresentou de forma agressiva, e não respondeu aos comandos, momento em que foi avisado pelo declarante (enfermeiro), que lhe disse ‘se tirar o acesso, teremos para conter você’. […] Em resposta, Richard disse ao declarante que iria retirar o acesso, e que se alguém tentasse evitá-lo, sairia prejudicado; Foi então que ela perguntou a Richard se ele a estava ameaçando e disse que chamaria uma equipe policial.” A profissional disse então que alertou o médico responsável sobre o comportamento de Richard. “Quem relatou o fato ao médico, que receitou um medicamento para ver se acalmava Richard; Acontece que nem foi possível administrar a medicação, pois o paciente retirou o outro acesso, que estava no outro braço; Que nesse momento houve um atrito verbal entre o médico e o paciente, pois Richard queria água, mas o médico respondeu negativamente; Que devido ao risco cirúrgico é proibido o fornecimento de água e alimentos; Que o paciente não aceitou essa determinação, e deu um soco no médico, que, para se defender, afastou o rosto. Por fim, ela conta que o médico revida os ataques na tentativa de imobilizar Richard. “Que Richard atacou novamente o médico, novamente com outro soco, quando o médico tentou imobilizar Richard no chão, usando as pernas; Que o médico não conseguiu conter Richard, que estava descontrolado.” Versão da mãe No Bom dia Rio, da Rede Globo, a mãe de Richard, Alessandra Ferreira da Silva, disse que foi chamada pela equipe médica para conter o filho, que teve o acesso venoso retirado e se recusava a receber tratamento. Ela revelou ainda que o menino foi diagnosticado com depressão e vem recebendo cuidados para essa condição há algum tempo. “Ele gritou que estava sendo maltratado, que queria água e ninguém estava dando. O médico tentou contê-lo e ele reagiu. Lindiane Teixeira, amiga da família, esteve no hospital para acompanhar Alessandra assim que soube da internação de Richard. Segundo ela, os profissionais sabiam que Richard era um paciente psiquiátrico, mas não tiveram cuidado no tratamento: — Ele tinha depressão grave e já havia sido internado algumas vezes para tratar. Sabemos que Richard pressionou o médico, não sabemos se ele estava pirando ou algo assim. A reação do médico foi chutá-lo três vezes e socá-lo no pescoço, onde estava o ferimento. Imediatamente, ele caiu no chão, jorrando muito sangue. A mulher conta que houve um desentendimento verbal entre Richard e o médico antes do início das agressões: — O médico teria dito “Quem manda aqui sou eu”, logo após Richard dizer que queria ir embora. Acreditamos que ele ficou nervoso com a situação, ainda mais quando viu que sua mãe foi chamada, e empurrou o médico. Mas nada justifica a reação de socá-lo, principalmente vindo de um profissional que promete salvar vidas. Queremos justiça! Posicionamento da Secretaria de Saúde A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) considera grave a denúncia e se compromete com a investigação rigorosa e imparcial dos fatos ocorridos no Hospital Municipal Lourenço Jorge (HMLJ). Os profissionais envolvidos são identificados e ficam à disposição da Polícia Civil para prestar depoimento. Outros pacientes que estiveram no mesmo setor da unidade também poderão, a critério da autoridade policial, ser chamados como testemunhas. Os profissionais afirmam ter sido agredidos pelo jovem e utilizaram os meios necessários para contê-lo. Caberá ao inquérito policial concluir se houve excessos que contribuíram para a morte. A SMS e a direção do HMLJ manifestam solidariedade à família de Richard e permanecem à disposição para colaborar com a Polícia Civil em tudo o que for solicitado para esclarecimento dos fatos.
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