Eles são investigados por retirarem óleo de navios no Porto de Santos para reciclagem. Durante a ação, segundo a polícia, eles poluíram a atmosfera, águas pluviais e galerias de esgoto com descarte irregular em São Vicente e Itanhaém (SP). Empresários são presos por crimes ambientais em Itanhaém e São Vicente (SP) Polícia Civil/Divulgação Dois empresários foram presos por crimes ambientais em Itanhaém e São Vicente (SP). Os sócios são investigados por retirar óleo de navios do Porto de Santos para reciclagem, mas, durante a ação, segundo a Polícia Civil, poluíram a atmosfera, águas pluviais e galerias de esgoto com descarte irregular. Clique aqui para acompanhar o canal g1 Santos no WhatsApp. Segundo a polícia, as empresas utilizavam caminhões-tanque inadequados para o transporte, como se fossem óleo vegetal, sem qualquer identificação. Com mandados de busca e apreensão expedidos pela 1ª Vara Criminal de Itanhaém, policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) do município foram até uma das empresas, no bairro Chácara Cibratel, na última quinta-feira (4). Lá, um homem de 38 anos se apresentou como o gestor responsável pela empresa – ele era um dos sócios. Os policiais constataram irregularidades por parte da empresa quanto à documentação das atividades por ela realizadas, que não condiziam com os trabalhos realizados. Também foi constatada a emissão de gases poluentes, que motivou a denúncia. Um dos sócios da empresa, que estava na unidade, foi levado à delegacia, onde prestou depoimento e foi liberado após pagar fiança de R$ 5 mil. Em seguida, a polícia foi até a Avenida Emílio Garrastazu Medici, em São Vicente, onde encontrou um homem de 39 anos. Ele se apresentou como o gestor responsável pela empresa – o outro sócio. Durante as buscas, foram encontradas as mesmas irregularidades em relação à documentação. Policiais encontraram vazamento de óleo fora da empresa em São Vicente (SP) Reprodução Também foi constatado vazamento de óleo, irregularidades no armazenamento de resíduos sólidos, na drenagem e na estrutura de contenção, permitindo que os poluentes fossem levados diretamente para os esgotos pluviais. Os policiais detectaram também que os equipamentos rodoviários utilizados não possuíam sinalização indicando produtos perigosos e poluentes, nem certificados dos órgãos fiscalizadores. Alguns veículos ainda não tinham licença para circular. Diante dos fatos, a polícia solicitou a presença da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e de peritos do Instituto de Criminalística (IC). A ação contou com o apoio de técnicos da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). O companheiro de 39 anos também foi levado à delegacia, onde prestou depoimento e foi liberado após pagar fiança de R$ 5 mil. Os casos foram registrados como crimes ambientais e são investigados pela DIG do município. Investigação Caminhão identificado como ‘óleo vegetal’, mas com sujeira, chamou a atenção de policiais em Itanhaém (SP) Polícia Civil/Divulgação Durante os trabalhos, a equipe da DIG de Itanhaém encontrou um caminhão de grande porte trafegando no bairro Chácara Cibratel com a descrição de ‘óleo vegetal’. O veículo estava sujo e não correspondia à descrição. A polícia tentou uma abordagem, mas o motorista não obedeceu e ainda acelerou o caminhão, colidindo com a traseira do veículo. Posteriormente, conseguiram parar o trânsito e, consequentemente, o veículo. O homem não conseguiu explicar por que reagiu daquela maneira. Questionado sobre o produto e os documentos, o homem disse à polícia que seria água e que todo o transporte é feito sem documentação. Sobre a descrição do veículo, afirmou que transportava óleo contaminado do fundo dos navios para uma empresa de São Vicente, que fazia o tratamento. Após o incidente, a autoridade policial determinou diligências para apurar a existência da empresa, bem como apurar a prática irregular de transporte de produtos químicos e perigosos sem as devidas autorizações dos órgãos competentes, além de possíveis crimes ambientais. Ao investigar a empresa em Itanhaém, a polícia percebeu reclamações de moradores em relação ao cheiro forte e à densa fumaça preta que saía da chaminé, embora a unidade possua certificados da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Produtos poluidores do solo e da atmosfera eram armazenados incorretamente em empresas de Itanhaém e São Vicente (SP) Polícia Civil/Divulgação Porém, a empresa já havia sido notificada e o pedido de recebimento de produtos de outros estados foi indeferido devido a reclamações devido à emissão de fumaça preta e irritante. Houve também um auto de infração por emissão de substâncias odoríferas na atmosfera. Segundo a Polícia Civil, relatório indica que uma das empresas possui robusto potencial de fontes poluidoras do ar, tanto do ponto de vista de emissão de poluentes como fuligem e gases (SOx, NOx, CO e hidrocarbonetos), em não – atendimento à Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998. A polícia constatou que a empresa recebia óleo contaminado de navios para que fosse processado antes de ser encaminhado adequadamente ao lixo final. Apesar disso, os parceiros mantiveram atividades incompatíveis com a regulamentação vigente. A empresa São Vicente foi multada por contaminação de águas, devido ao derramamento de dois litros de resíduo oleoso nas águas do estuário, o que incluiu até ação civil pública na Justiça pelo crime ambiental. Coletores pluviais mostraram indícios de vazamento irregular de óleo em empresa de São Vicente (SP) Polícia Civil/Divulgação VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos
emprestimo banco juros
emprestimo consignado bradesco simulação
refinanciamento empréstimo
sac c6 consignado
quantos empréstimos o aposentado pode fazer
emprestimo pessoal em curitiba
simulador emprestimo consignado banco do brasil
simulador empréstimo consignado caixa
0