Os candidatos a prefeito de São Paulo, Tabata Amaral (PSB) e José Luiz Datena (PSDB), almejam a dobradinha contra o adversário do PRTB, Pablo Marçal.
A dupla conversou por telefone na semana passada, após Tabata divulgar seu primeiro vídeo contra Marçal. O conteúdo associa o candidato ao PCC. Marçal nega envolvimento com a facção criminosa.
Durante a agenda de campanha, no Instituto Jô Clemente, Tabata pediu a Datena que participasse do debate para ajudá-la no embate com Marçal:
“A Datena me ligou elogiando o vídeo que fiz e dizendo que gostaria de fazer um parecido. E, obviamente, eu disse ‘super, vamos lá, temos algo muito perigoso acontecendo aqui’. e espero que ele esteja considerando isso, é que ele tenha coragem de ir aos debates. Obviamente, ele tem uma relação com ele que eu não tenho com os outros adversários, não tenho o menor problema em fazer isso sozinho. Estou fazendo isso no momento, mas a verdade é: Pablo Marçal representa um risco muito grande para a cidade de São Paulo”, disse.
Em um aceno a Tabata, o candidato do PSDB, José Luiz Datena, também declarou que quer ir, mas diz que aguarda orientação do partido.
“Respondi ao Tabata: ‘Acho seu vídeo perfeito, você tem razão, e o que você quer?’ ‘Quero que você me ajude a combater esse tipo de forma para que essas pessoas não cheguem ao poder público, como muitos já chegam, e tenham que ser afastados e jogados na cadeia, alguns deles.’ vídeo parecido com o dela. E, em relação ao debate, se ela vai debater com o Pablo Marçal, é minha opinião, que não sou eu quem manda na campanha, mas minha opinião, que eu deveria ir ficar ao lado dela, enfrentando o Pablo Marçal, que se acha dono do mundo”, afirmou.
Depois de perderem o último debate, Guilherme Boulos (PSOL) e Ricardo Nunes (MDB) continuam discutindo a ida ao evento de domingo (1º) na TV Gazeta. Dizem que só irão se houver regras rígidas, apesar de a emissora ter cumprido todas as suas exigências.
O CBN constatou que os candidatos que descumprirem as regras do debate serão expulsos. Haverá um comitê com diretores do programa e uma equipe jurídica para monitorar as infrações.
O debate não terá público e cada participante poderá trazer cerca de cinco conselheiros, mas, fora isso, não serão permitidos convidados.
Os candidatos também não poderão sair do púlpito. Nem eles nem seus assessores podem transmitir os debates pelas redes. Xingar com palavrões, como ocorreu nos primeiros debates, pode levar à expulsão.
A TV Gazeta afirmou, em nota, que as regras abrangem todas as demandas de todos os partidos. A emissora também garantiu o compromisso de garantir que cada candidato seja homenageado, com a exigência de uma atitude respeitosa.
Houve reuniões entre as campanhas e a emissora para alinhamento das regras. Mesmo assim, Guilherme Boulos ainda não definiu a participação e pediu a organização do programa.
“Se o debate da Gazeta tiver regras claras, que não sejam frouxas, que não permitam que a gente desça e permaneça no debate, eu estarei lá, como todo mundo. ser penalidade, não é possível que ele permaneça no debate, como já aconteceu em outras ocasiões. Teve um descumprimento absurdo por parte do candidato Paulo Marçal”, garante.
O mesmo discurso também foi feito pelo candidato à reeleição Ricardo Nunes:
“Debates, irei em todos eles. Só não quero ir para um lugar onde as regras não são seguidas ou onde não fazemos debates, onde criamos ali um palco para alguém fazer um ataque forte sobre os candidatos. Não irei ao debate sem falta. Se a Gazeta garantir que teremos um debate proposital para apresentar ideias, quero discutir, por exemplo, concessões com os candidatos. para discutir a cidade, para evitar ataques, e o candidato pode responder”, observou.
Também esta terça-feira, estas reivindicações de Nunes e Boulos, a sua possível retirada do debate, é uma resposta à postura de Pablo Marçal, do PRTB. Em debates anteriores, Marçal dirigiu os seus ataques a ambos os adversários, causando danos às suas imagens. Marçal negou ter medo de ser expulso, apesar destas violações das regras.
“Tirando a carteira de trabalho que ganhei por causa do fanfarrão, que veio me chamar de padre, não quebrei nenhuma regra no debate. um me deu. Esse é o descontrole de quem não consegue debater com os homens”, garantiu.
A assessoria de Marçal gravou trechos do debate do Estadão para publicar nas redes sociais. Também violaram o limite de assessores assessorando o candidato nos intervalos. Por enquanto, apenas Marçal e a candidata do PSDB, Tabata Amaral, confirmaram presença no próximo debate deste domingo.
As campanhas têm até quinta-feira para definir a participação.
Boulos tem o direito de responder
Nesta terça-feira, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo concedeu direito de resposta ao candidato a prefeito Guilherme Boulos. Em relação aos ataques de Pablo Marçal a ele, suspenderam o recurso de Marçal e definiram então o direito de resposta a Boulos.
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