O g1 fez um levantamento com base nos planos de governo disponibilizados no Tribunal Superior Eleitoral. Imagem de arquivo mostra mulheres reunidas durante evento Reprodução/TV Globo Nos oito candidatos a prefeito do Recife, há sete mulheres, três como vices e quatro como vice-presidentes. No eleitorado, eles são maioria e respondem por 55,26% dos 1.219.917 eleitores que fazem da capital o maior colégio eleitoral de Pernambuco. O g1 realizou um levantamento de propostas para mulheres em programas de governo no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Acompanhe a cobertura completa das eleições em Pernambuco Receba notícias do g1 PE no WhatsApp Entre as propostas dos candidatos a prefeito do Recife, elas vão desde atendimento a vítimas de violência sexual e/ou doméstica e capacitação, além de cotas para mulheres trans e travestis em programas voltados para mulheres. Veja propostas dos candidatos a prefeito do Recife para pessoas com deficiência Veja, a seguir, as principais propostas dos candidatos Dani Portela (PSOL), Daniel Coelho (PSD), Gilson Machado (PL), João Campos (PSB), Ludmila (UP), Simone Fontana (PSTU), Tecio Teles (Novo) e Victor Assis (PCO). Dani Portela (PSOL) No programa de governo de Dani Portela, a palavra mulher aparece 63 vezes; gênero, 16 vezes; mãe, 10 vezes; aborto, duas vezes, feminicídio e gênero, uma vez, cada. Entre as propostas específicas para as mulheres estão: Capacitar profissionais de saúde para atender mulheres vítimas de violência sexual e/ou doméstica nas unidades de saúde e implementar a notificação compulsória, garantindo o registro dos dados para acompanhamento e monitoramento pelos municípios; Garantir a inclusão e o preenchimento pelos profissionais dos requisitos de identidade de gênero e orientação sexual nos prontuários clínicos e demais documentos de identificação e notificação do Sistema Único de Saúde (SUS); Ampliar políticas públicas de qualificação, emprego e geração de renda para mulheres; Criar equipamentos com equipes multidisciplinares que ofereçam assistência psicossocial e jurídica às mulheres vítimas de violência, promovendo o empoderamento e garantindo o acesso a direitos a essas mulheres; Priorizar as mulheres, especialmente as mulheres negras, no acesso à habitação, ao trabalho, aos programas de emprego e rendimento e no acesso ao ensino superior; Fortalecer a implementação da atenção ao aborto legal nos hospitais municipais, incluindo a capacitação de profissionais e a ampliação do atendimento humanizado e de qualidade aos casos de aborto inseguro; Implementar políticas que garantam as condições necessárias para o regresso à escola das jovens mães, especialmente as mães atípicas e as mães solteiras; Incluir os requisitos de identidade de gênero, nome social e orientação sexual em todas as formas de acesso às políticas e serviços municipais. Daniel Coelho (PSD) No plano de governo de Daniel Coelho a palavra mulher aparece 15 vezes; e gênero, sete vezes. Os termos feminicídio, mãe e maternidade não constam no programa da candidata. Suas propostas para as mulheres são: Criar um programa de inclusão feminina para incentivar a inclusão de mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática em parceria com o sistema S e universidades locais, com foco na inserção de mulheres em áreas de trabalho com maior renda; Implementar políticas específicas para o empoderamento económico das mulheres, garantindo a igualdade de oportunidades e o acesso aos recursos (microcréditos). Estabelecer centros de referência para mulheres em bairros estratégicos e carentes de serviços públicos dignos, para oferecer apoio psicológico, jurídico e social às vítimas de violência; Promover programas de formação profissional e de empreendedorismo feminino; Implementar campanhas contínuas de conscientização sobre igualdade de gênero e combate à violência contra as mulheres, nas escolas municipais e em parceria com escolas privadas, empresas e organizações da sociedade civil; Ampliar e melhorar os serviços de saúde voltados às mulheres, com foco em saúde reprodutiva, pré-natal, prevenção do câncer e saúde mental, disponibilizando unidades móveis de saúde para atender áreas periféricas e comunidades específicas do Recife. Gilson Machado (PL) No programa de governo de Gilson Machado a palavra mulher aparece 28 vezes; e mãe, 12 vezes. Os termos gênero, feminicídio e maternidade não foram utilizados. Entre as propostas da candidata voltadas às mulheres estão: Capacitar todos os profissionais de segurança para promover o combate à violência contra a mulher, além de oferecer assistência adequada às vítimas; Projeto De Mãe para Mãe: criar uma rede de mães voluntárias e capacitá-las para acolher e cuidar de gestantes e mães com filhos na primeira infância, com o objetivo de promover o fortalecimento dos vínculos familiares, a saúde e a cidadania das mães e crianças assistidas . João Campos (PSB) O programa de governo de João Campos tem duas ocorrências da palavra mulher e uma de gênero. Os termos mãe e feminicídio não aparecem. Além de citar ações voltadas às mulheres realizadas durante sua gestão, o candidato propõe “continuar avançando no amplo conjunto de políticas públicas e programas sociais para reduzir toda e qualquer forma de desigualdade”. Ludmila (UP) O programa de governo de Ludmila usa a palavra mulher 18 vezes e os termos gênero e mãe uma vez. O feminicídio não aparece. As propostas da candidata para as mulheres incluem: Reforçar a presença das mulheres nas diversas etapas dos processos democráticos; Criar o Centro de Qualificação e Inclusão Produtiva da Mulher, oferecendo cursos, palestras, indicações de emprego e geração de renda; Reduzir os índices de violência contra a mulher exigindo o efetivo cumprimento da Lei Maria da Penha; Criar centros de referência para atender mulheres em situação de vulnerabilidade e violência; Realizar levantamento das vagas existentes nas creches públicas municipais e ampliá-las de acordo com a necessidade de cada região, além de ampliar o funcionamento para levar em conta a jornada de trabalho da mãe ou responsável por levar e buscar a criança. Simone Fontana (PSTU) A palavra mulher aparece 32 vezes no plano de governo de Simone Fontana; gênero e aborto aparecem três vezes, enquanto feminicídio e mãe não estão incluídos. As propostas da candidata para as mulheres são: Criar centros de referência de qualidade para mulheres vítimas de violência; Garantir emprego e salários dignos para as mulheres; Lançar um programa habitacional para mulheres; Revogar as contra-reformas sociais que afectam, em particular, as mulheres; Defender campanhas educativas sobre orientação sexual e identidade de gênero na sociedade com atenção prioritária nas escolas municipais. Tecio Teles (Novo) Embora as palavras feminicídio e mãe não apareçam no plano de governo de Tecio Teles, o termo mulher é utilizado cinco vezes; e gênero, uma vez. Para as mulheres, a candidata propõe: Abertura de centros de apoio e proteção às mulheres vítimas de violência; Criar programas de educação e sensibilização sobre a igualdade de género e os direitos das mulheres; Ampliar a assistência ginecológica e obstétrica nas unidades de saúde, garantindo acesso fácil e rápido a todas as mulheres; Implementar serviços de apoio psicológico e psiquiátrico para mulheres, especialmente aquelas que enfrentam violência doméstica ou outros traumas. Victor Assis (PCO) Não há menção às palavras mulher, gênero, mãe e feminicídio no programa de governo de Victor Assis, que não tem projeto voltado para mulheres. VÍDEOS: mais vistos em Pernambuco nos últimos 7 dias
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