Após perderem o último debate entre candidatos a prefeito de São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL) e Ricardo Nunes (MDB) discutiram a ida ao evento marcado para domingo (1º), na TV Gazeta. Dizem que só irão se houver regras rígidas, apesar de a emissora ter cumprido todas as suas exigências.
O CBN constatou que os candidatos que descumprirem as regras do debate serão expulsos. Haverá um “comitê”, com diretores do programa e uma equipe jurídica, para monitorar as infrações.
O debate não terá plateia. Cada participante pode trazer cerca de cinco orientadores. Mas fora isso, nenhum convidado será permitido.
Os candidatos não poderão sair do púlpito. E nem eles nem seus assessores podem transmitir o debate pelas redes. Xingar com palavrões, como ocorreu nos primeiros debates, pode levar à expulsão.
A TV Gazeta afirmou, em nota, que “as regras abrangem todas as demandas de todos os partidos”. A emissora garantiu ainda “compromisso para que cada candidato seja homenageado, com exigência de atitudes respeitosas”. Houve reuniões entre as campanhas e a emissora para alinhamento das regras.
Mesmo assim, Guilherme Boulos ainda não definiu a participação e cobrou a organização do programa:
“Se o debate da Gazeta tiver regras claras, que não sejam frouxas, que não permitam que a gente desça e permaneça no debate, eu estarei lá, como todo mundo. ser penalidade, não é possível que ele permaneça no debate, como já aconteceu em outras ocasiões. Teve um descumprimento absurdo por parte do candidato Paulo Marçal”, garante.
O candidato à reeleição, Ricardo Nunes, também mantém o mesmo discurso:
“Debates, irei em todos eles. Só não quero ir para um lugar onde as regras não são seguidas ou onde não fazemos debates, onde criamos ali um palco para alguém fazer um ataque forte sobre os candidatos. Não irei ao debate sem falta. Se a Gazeta garantir que teremos um debate proposital para apresentar ideias, quero discutir, por exemplo, concessões com os candidatos. para discutir a cidade, para evitar ataques, e o candidato pode responder”, observou.
As acusações de Nunes e Boulos, e sua possível retirada do debate, são uma resposta à postura de Pablo Marçal (PRTB) nos confrontos.
Em debates anteriores, Marçal dirigiu os seus ataques a ambos os adversários. O candidato relembrou o episódio em que utilizou carteira de trabalho e negou ter medo de ser expulso de futuras reuniões:
“Tirando a carteira de trabalho que ganhei por causa do fanfarrão, que veio me chamar de padre, não quebrei nenhuma regra no debate. um me deu. Esse é o descontrole de quem não consegue debater com um homem”, garantiu.
A assessoria de Marçal gravou trechos do debate do Estadão para publicar nas redes sociais. Ele também violou o limite de assessores assessorando o candidato nos intervalos.
Por enquanto, apenas Marçal e a candidata do PSB, Tabata Amaral, confirmaram presença no debate da Gazeta. Ela exigiu a participação de seus oponentes:
“A Datena me ligou elogiando o vídeo que fiz e dizendo que gostaria de fazer um parecido. E, obviamente, eu disse ‘super, vamos lá, temos algo muito perigoso acontecendo aqui’. e espero que ele esteja considerando isso, é que ele tenha coragem de ir aos debates. Obviamente, ele tem uma relação com ele que eu não tenho com os outros adversários, não tenho o menor problema em fazer isso sozinho. Estou fazendo isso no momento, mas a verdade é: Pablo Marçal representa um risco muito grande para a cidade de São Paulo”, disse.
Em aceno à dobradinha com Tabata, o candidato do PSDB, José Luiz Datena, declarou que quer ir, mas disse que aguarda orientação do partido:
“Respondi ao Tabata: ‘Acho seu vídeo perfeito, você tem razão, e o que você quer?’ ‘Quero que você me ajude a combater esse tipo de forma para que essas pessoas não cheguem ao poder público, como muitos já chegam, e tenham que ser afastados e jogados na cadeia, alguns deles.’ vídeo parecido com o dela. E, em relação ao debate, se ela vai debater com o Pablo Marçal, é minha opinião, que não sou eu quem manda na campanha, mas minha opinião, que eu deveria ir ficar ao lado dela, enfrentando o Pablo Marçal, que se acha dono do mundo”, afirmou.
As campanhas têm até quinta-feira (29) para definir a participação no evento.
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