Miriam Hatsue Abe foi morta enquanto trabalhava em Garuva. O homem e a mulher também terão que pagar R$ 120 mil por danos morais à família da vítima. Miriam Hatsue Abe era dona de uma floricultura e foi morta por engano em SC Redes sociais/Reprodução Um homem e uma mulher foram condenados a penas que totalizam mais de 25 anos de prisão por assassinarem por engano o dono de uma floricultura em Garuva, no estado de Garuva. Norte de Santa Catarina, informou o Ministério Público de Santa Catarina. Miriam Hatsue Abe morreu após levar seis tiros à queima-roupa enquanto trabalhava. Enquanto aguardavam o início do julgamento, que durou 17 horas, entre terça (3) e quarta (4), familiares e amigos prestaram homenagem com camisetas, cartazes e rosas. Clique e acompanhe o canal do g1 SC no WhatsApp Segundo o MPSC, a dupla também foi condenada a pagar solidariamente R$ 120 mil de indenização à família da vítima por danos morais. A decisão pode ser apelada, mas os réus não tiveram o direito de recorrer livremente. Segundo o MPSC, consta na ação penal pública que o tiroteio ocorreu “por erro da pessoa”, e os réus tinham como objetivo matar o primo de Miriam, que havia ajuizado ação de reintegração de posse de uma fazenda em Contenda (PR). em detrimento da família do acusado. O crime ocorreu em 10 de setembro de 2022 (lembre abaixo). Leia também: Dono de floricultura é morto a tiros enquanto trabalhava em SC ‘Fiquei sem resposta’: Amigos e familiares se despedem de empresária Condenação Segundo o MPSC, eles foram condenados por duplo homicídio: má motivação e recurso que dificultou a defesa da mulher vítima. Os arguidos cumprirão a pena em regime inicial fechado: a mulher, considerada a autora do tiroteio, foi condenada a 14 anos de prisão; O homem foi condenado a 11 anos e oito meses de prisão. O arguido compareceu pessoalmente ao julgamento. A arguida já se encontra em liberdade, mas também foi julgada, pois contratou um advogado para a representar no início do processo. Segundo o promotor Marcelo José Zattar Cota, titular do Ministério Público de Garuva, o crime foi motivado inteiramente por um motivo torpe e envolveu o desejo de manter a posse de um imóvel no Paraná. “É fruto de vingança, em retaliação ao ajuizamento da ação de reintegração de posse contra familiares dos réus”. A promotora Mirela Dutra Alberton, que integra o Grupo de Atuação Especial do Tribunal do Júri (Gejuri), destacou que o crime teve graves consequências para a família da vítima. “Três crianças, incluindo uma de um ano e oito meses, ficaram órfãs de mãe e nada substituiu a presença materna nas suas vidas”. Homenagens à vítima Miriam Hatsue Abe ocorreram antes do julgamento TJSC/ Divulgação Lembrar Segundo o MPSC, a denúncia informa que, no dia 10 de setembro de 2022, um homem e uma mulher chegaram em veículo Peugeot, dirigido pelo réu, ao floricultura e residência da vítima. O acusado desceu do veículo, entrou no estabelecimento e perguntou pelo dono do local. Quando a funcionária ligou para Miriam, a mulher começou a atirar. A empresária tentou fugir, mas continuou sendo baleada. Só quando a vítima caiu é que o arguido fugiu do local, de carro, na companhia do seu cúmplice. Miriam foi então levada para atendimento médico na Unidade de Pronto Atendimento de Garuva, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu momentos após o crime. O dono de uma floricultura foi assassinado em frente ao estabelecimento. Redes Sociais/PM/Divulgação Clique e acompanhe o canal do g1 SC no WhatsApp VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias Veja mais notícias do estado no g1 SC
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