Foram analisados apenas municípios com mais de 100 mil habitantes. Botucatu e Ourinhos, ao lado de Barretos, são as três únicas cidades do estado de SP que aparecem no ranking. Um caso de estupro é registrado a cada seis minutos no Brasil Pixabay Botucatu e Ourinhos, no centro-oeste de São Paulo, ficaram entre as 50 cidades do país com maiores índices de estupro em 2023, aponta o 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública , do Relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta quinta-feira (18). Participe do canal g1 Bauru e Marília no WhatsApp Segundo a pesquisa, foram analisados apenas municípios com mais de 100 mil habitantes. Botucatu e Ourinhos, ao lado de Barretos, são as três únicas cidades do estado de SP que aparecem no ranking. Botucatu aparece na 39ª posição, com taxa de 67,5 estupros a cada 100 mil habitantes. Ourinhos termina a lista, em 50º lugar, com taxa de 60,6 casos de estupro para cada 100 mil habitantes. Em 1º lugar está Sorriso, no Mato Grosso, com taxa de 113,9 estupros por 100 mil habitantes. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, as taxas foram calculadas a partir da soma do número de vítimas de estupro e de estupro de vulnerável notificados em bases de dados compartilhadas pelos gestores de estatísticas estaduais e do DF. Os números usados como base referem-se ao ano de 2023. Estupros crescem e batem recorde no Brasil Um estupro a cada seis minutos Segundo a pesquisa, o número de estupros no Brasil cresceu e bateu outro recorde. Em 2023, foram registrados 83.988 casos, um aumento de 6,5% em relação ao ano anterior. O número representa um estupro a cada seis minutos no país. Esse é o maior número da série histórica, iniciada em 2011. Desde então, os registros cresceram 91,5%. Do total de casos, 76% correspondem ao crime de violação de pessoa vulnerável – quando a vítima tem menos de 14 anos ou é incapaz de consentir por qualquer motivo, como deficiência ou doença. As principais vítimas da criminalidade no país são as meninas negras de até 13 anos. Veja o perfil das vítimas: 88,2% são do sexo feminino; 61,6% têm até 13 anos; 52,2% são negros; 76% eram vulneráveis. A violência acontece principalmente em casa – em 61,7% dos casos, o estupro foi registrado em casa. Em seguida vêm as vias públicas (12,9%). Entre as vítimas até 13 anos, em 64% o agressor é familiar e em 22,4% conhecido. Além dos estupros, aumentaram todos os tipos de violência contra as mulheres: Feminicídio – aumentou 0,8%; Tentativa de feminicídio – aumentou 7,1%; Agressões decorrentes de violência doméstica – aumentaram 9,8%; Stalking – subiu 34,5%; Assédio sexual – aumentou 48,7%; Tentativas de homicídio – aumentaram 9,2%; Violência psicológica – aumentou 33,8%; Das 1.467 vítimas de feminicídio, 63,6% eram negras, 71,1% tinham entre 18 e 44 anos e 64,3% foram mortas em casa. Destes, o assassino era o companheiro em 63% dos casos, o ex-companheiro em 21,2% e um familiar em 8,7% dos registros. No ano passado, foram concedidas 540.255 medidas protetivas urgentes, um aumento de 26,7% em relação ao ano anterior. Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília Confira mais notícias do centro-oeste paulista:
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