As informações constam de relatório divulgado pelo Tesouro Nacional. Houve redução da necessidade de financiamento governamental em relação ao mesmo período de 2023 Ministro da Fazenda Fernando Haddad TON MOLINA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO A diferença entre arrecadação e despesas do governo geral – governo federal, municípios e estados – foi de 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2024. A informação consta de relatório divulgado pelo Tesouro Nacional nesta quarta-feira (17). Segundo o relatório, houve uma redução da necessidade de financiamento das administrações públicas face ao mesmo período de 2023, ao nível de 1,9% do PIB. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no Brasil no ano. Este indicador ajuda a medir a atividade económica. A necessidade de financiamento está relacionada ao valor das despesas que não são compensadas pelas receitas. Em outras palavras, o que o governo geral gasta menos do que o que o governo recebe. No primeiro trimestre de 2023, este valor situou-se ao nível de 2,6% do PIB. Ao separar os resultados por esfera do governo geral, o relatório aponta que a necessidade de financiamento do governo federal atingiu 4,9% no período ante 4,1% no primeiro trimestre de 2023. Receitas e Despesas Entre janeiro e março deste ano, a receita aumentou 2,2 pontos percentuais em relação a 2023, passando de 40% para 42,2% do PIB. O Tesouro atribui o aumento à receita proveniente dos impostos sobre bens e serviços. No governo federal, o aumento da receita do PIS/Cofins sobre os combustíveis – que estavam isentos de impostos no início de 2023 – também contribuiu para o resultado. Os gastos do governo central também aumentaram no período, de 42,6% em 2023 para 44,1% em 2024. Os gastos com seguridade social e assistência social impulsionaram o aumento. Contudo, houve queda nas despesas com juros, devido à redução da taxa Selic no período. Déficit zero Haddad confirma meta de déficit zero e que o salário mínimo deve ser de R$ 1.502 em 2025 O governo federal estabeleceu a meta de zerar o déficit fiscal em 2024. Isso significa que despesas e receitas devem ser equivalentes, com intervalo de tolerância de 0,25 pontos percentuais, algo em torno de R$ 28 bilhões. O equilíbrio das contas é considerado importante pelo mercado financeiro para evitar o aumento da dívida brasileira. Segundo Valdo Cruz, colunista do g1, a ala econômica do governo federal estuda anunciar um bloqueio de R$ 10 bilhões no dia 22. Porém, os primeiros cálculos indicam a necessidade de cortar R$ 21 bilhões do orçamento.
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