Samir Panice Moussa compareceu ao júri popular na semana passada e foi condenado a 14 anos por homicídio qualificado. O crime ocorreu em março de 2022. O dentista Samir Panice Moussa, acusado de matar a tiros o auditor fiscal Adriano Willian de Oliveira, em Franca Reprodução/EPTV O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu liberdade ao dentista Samir Panice Moussa, após sua defesa apresentar uma ação habeas corpus. A autorização de soltura foi emitida nesta quinta-feira (19). Na última sexta-feira, Moussa foi condenado a 14 anos de prisão pela morte do auditor fiscal Adriano Willian de Oliveira. O crime ocorreu em março de 2022 e, segundo o Ministério Público, foi motivado por ciúmes. Acompanhe o canal g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Moussa também foi condenado a pagar indenização por danos morais em favor da família da vítima no valor de 50 salários mínimos. Ele compareceu ao júri popular no Fórum de Franca (SP) nesta quinta-feira (22), dois anos após o assassinato. LEIA TAMBÉM Homem é morto a tiros após sair de bar em Franca e dentista é preso após confessar crime Dentista é condenado a 14 anos de prisão pela morte de auditor fiscal em Franca Na época, o dentista confessou o crime à polícia e disse ele matou Adriano porque o auditor estava se relacionando com a ex-mulher dele. Moussa foi preso, mas libertado sete meses depois. Em maio deste ano, o dentista voltou à prisão após recurso interposto pelo MP à Justiça. Ele foi encontrado pela Polícia Militar em sua casa, no bairro Vila Santa Rita. Com a autorização de soltura, Moussa deverá responder pelo crime enquanto estiver em liberdade. O dentista Samir Moussa (à esquerda) e o auditor fiscal Adriano Willian de Oliveira (à direita), de Franca (SP) Reprodução/EPTV Auditor foi morto a tiros Adriano Willian de Oliveira, 52 anos, foi morto a tiros na noite de 12 de março de 2022, após sair de um bar na região da Avenida Major Nicácio, em Franca. Ele estava entrando na caminhonete quando um homem foi abordado e surpreendido por tiros. Os tiros atingiram o peito e a cabeça de Adriano, que morreu na hora. Momento em que suspeito aborda caminhão do auditor fiscal Adriano de Oliveira, em Franca (SP) Reprodução/Câmeras de Segurança No mesmo dia, com auxílio de imagens de câmeras de segurança, a polícia identificou o veículo do atirador e chegou ao dentista Samir Panice Moussa. Ele foi preso em flagrante. Em seu depoimento, Moussa disse que agiu motivado por ciúmes da ex-mulher, de quem estava separado há um ano, e que mantinha um relacionamento com Adriano. Segundo a polícia, no final de 2021, o auditor fiscal registrou boletim de ocorrência contra Moussa por perseguição. Na época, o dentista chegou a afirmar que foi ele quem foi ameaçado e perseguido pelo fiscal fiscal, que não aceitou as tentativas de reconciliação do casal, mas disse não ter feito boletim de ocorrência. Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto e região
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