Todos os ministros do STF estão no almoço oferecido pelo presidente do STF, Luís Roberto Barroso, em busca de um consenso em torno do impasse das emendas impositivas e das emendas ao pix. O governo é representado pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, e pelo procurador-geral da União, Jorge Messias. Também estão presentes o PGR, Paulo Gonet, além dos presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco.
A tentativa dos poderes de chegar a um acordo é do interesse do Planalto para garantir recursos no orçamento de 2025 para não paralisar projetos importantes de Lula, como o PAC. E, do lado do Congresso, a estratégia é não perder o poder de barganha para alocar recursos, além de garantir que os recursos serão devidamente honrados.
Nessa disputa entre os poderes, o STF busca garantir mais transparência no rito de destinação dos recursos. Os ministros não desistem disso. Mas o Supremo tenta abrir um meio-termo para que as alterações obrigatórias possam ser reativas, em condições de mais publicidade e divulgação no respeito ao princípio republicano. Internamente, a avaliação é que os ministros não querem manter a suspensão das emendas obrigatórias, que atualmente estão proibidas de serem pagas, mas é preciso chegar a uma solução que não contrarie a Constituição.
Com todos os ministros do STF, Casa Civil, AGU, PGR e presidentes da Câmara e do Senado, o objetivo do encontro é encontrar um meio-termo entre o que estipulou o STF, com regras mais claras de transparência na execução dos recursos, e as reivindicações do Congresso, que não quer perder poder de barganha. — Foto: Casa Civil
Por isso o STF tenta de alguma forma amenizar a decisão de Flávio Dino, que foi referendada pelo plenário, mas desde que o Congresso aja com mais transparência.
Na manhã desta terça-feira, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse estar otimista com uma solução para o conflito entre o Legislativo e o Judiciário em relação às emendas parlamentares obrigatórias, que foram proibidas pelo Supremo Tribunal Federal. A medida gerou reações do Congresso, que Haddad classificou como “atrito”.
O Ministro das Finanças disse que, numa democracia, o Legislativo tem mesmo que desempenhar um papel de liderança, mas que as prerrogativas e as responsabilidades têm de andar de mãos dadas. Apesar da disputa entre os Poderes, Haddad acredita que o país sairá desse atrito e que os representantes dos Poderes negociarão uma solução.
As alterações foram proibidas pelo Supremo Tribunal Federal, que exige maior transparência na aplicação dos recursos. A determinação foi do ministro Flávio Dino e referendada pelo plenário do STF na semana passada.
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