Marcos Rodrigues, pai de um jovem de 25 anos que morreu após ser atropelado por um estudante de medicina, e Jorgina Jesus, que perdeu o marido, Guilherme Leon, num acidente envolvendo um motorista embriagado, falaram à TV TEM para falar sobre tristeza familiar. Família de Guilherme Rodrigues pede justiça após jovem morrer após ser atropelado Reprodução/TV TEM Enquanto enfrentam o luto, um sentimento único une quem perdeu um amigo ou familiar em um acidente de trânsito: a impunidade. Participe do canal g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Marcos Rodrigues é pai de Guilherme, jovem de 25 anos que morreu após ser atropelado por um estudante de medicina na Rodovia Raposo Tavares (SP-270), em Sorocaba ( SP). Segundo a família da vítima, o estudante Matheus Duarte Badia, suspeito de atropelamento, fugiu sem prestar socorro. A defesa contesta a acusação e afirma que o menino foi ao hospital após passar mal ao ver a cena (veja mais detalhes abaixo). “Ele bateu, segundo o boletim de ocorrência, ele bateu mesmo, passou por cima dele e foi embora sem mais nem menos. […] E outro, [o acidente foi] Em seu aniversário. Ele se lembrará disso todos os dias. Eu lembro do meu filho, da morte do meu filho, mas do aniversário dele, se ele tiver consciência, ele vai lembrar em todo aniversário que atropelou alguém”, diz Marcos. Horas antes do acidente, Matheus publicou nas redes sociais um vídeo participando de uma cirurgia. Suspeito de atropelar e matar jovem na rodovia Sorocaba, publicou vídeo nas redes sociais horas antes do acidente Reprodução/TV TEM Trânsito que mais mata no estado O acidente que matou Guilherme é mais um que deixa Sorocaba em cenário negativo. O município tem o trânsito que mais mata em todo o estado de São Paulo, com 55 mortes em 2024. O levantamento é do Sistema Geral de Informações de Acidentes de Trânsito (Infosiga), que também mostra 1.442 acidentes registrados no ano. A sensação de impunidade atinge também Jorgina Jesus, que em maio perdeu o marido, Guilherme Leon, após o carro em que estavam ter sido atropelado por um motorista embriagado em Raposo Tavares, em Mairinque (SP). Jorgina perdeu o marido, Guilherme Leon, em um acidente de trânsito Reprodução/TV TEM Segundo Jorgina, não houve ajuda do motorista, Roberto Carlos Tomaz, desde a tragédia. “Estou tomando tranquilizantes, usando aparelho ortopédico porque estou com costelas quebradas. O autor desta tragédia não veio me perguntar se eu precisava de remédio, se precisava de ajuda. Se não fossem os nossos amigos trazendo comida para casa, as minhas filhas, nos ajudando, não sei o que aconteceria”, diz ela, emocionada. Jorgina e Guilherme voltavam de Goiânia após o cantor assinar o primeiro contrato profissional da carreira quando aconteceu o acidente. Guilherme havia assinado seu primeiro contrato com uma gravadora profissional Reprodução/Instagram Roberto foi preso, mas foi solto em julho. Conforme noticiado pela TV TEM, o juiz do caso concedeu liberdade provisória por entender que não representava ameaça às investigações. Ele não pode frequentar bares ou outros locais que tenham bebidas alcoólicas. “Ele nem voltou, nem advogado, nem quem está cuidando disso. [Ninguém] voltei para ver se precisamos de ajuda, pois tenho duas filhas menores, estou com costela quebrada, não tenho como trabalhar, estou em busca de justiça, pois meu marido, desde os 12 anos, corre atrás do seu sonho ”. Acidente que deixou 10 mortos e mais de 40 feridos em Itapetininga completa uma semana Leis ainda são brandas A advogada criminalista Priscila Carla de Castro considera que apesar das mudanças no código penal, as leis ainda são brandas. “Quando se trata entre o crime culposo, quando não há intenção de matar, por exemplo, e quando há a configuração de intenção eventual que, mesmo não havendo intenção, de assumir o risco, essa configuração desses dois crimes termina dificultando a investigação”, começa. “A questão também é que no momento do acidente tem ali um exame probatório, porque tem um prazo, um lapso de tempo, um espaço de tempo entre a realização desse exame, e isso acaba beneficiando o motorista, porque a própria evidência acaba desmoronando, não tendo toda a sua eficácia. Quando não há uma base legislativa forte, infelizmente acaba por acontecer que a pessoa tenha a sensação de que pode fazê-lo e que no final não terá uma responsabilidade séria em relação a isso”, acrescenta. Em nota, o advogado de Roberto Carlos Tomaz, motorista acusado de matar o cantor Guilherme Leon, disse que seu cliente cumpre as medidas estabelecidas pela Justiça, e que o sentimento de impunidade é “culpa da lei”, já que o culpável crimes, como O motorista foi preso e não envolve prisão preventiva. A defesa de Matheus Duarte, estudante de medicina suspeito de atropelar Guilherme Rodrigues, disse que as circunstâncias do acidente ainda não estão esclarecidas, e que o menino não fugiu do local, mas foi ao hospital para ser atendido após passar mal. ver o local, situação que foi confirmada pela polícia. Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista reportagens da TV TEM
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