A Exposição Amálgama, produzida por Michel Japs, 34 anos, e Will Ferreira, 40 anos, trouxe ao público obras que abordam temas como a preservação da natureza e do universo cósmico. Os artistas sorocabaneses Will Ferreira, 40 anos, e Michel Japs, 34 anos, montam exposição que percorre cidades do interior de SP Arquivo Pessoal Após uma década de dedicação e trabalho conjunto, dois artistas visuais de Sorocaba (SP) realizaram seu primeira exposição autoral para quatro cidades do interior paulista, entre os meses de março e junho. Em entrevista ao g1, a dupla falou sobre as obras, a ligação com o universo artístico e a necessidade de incentivo público. Participe do canal g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Utilizando técnicas de graffiti de rua, produções em telas e esculturas, a Exposição Amálgama, produzida por Michel Japs, de 34 anos, e Will Ferreira, de 40, trouxe ao público obras que abordam temas como o preservação da natureza e do universo. “A ideia foi proporcionar ao público variedade de materiais, texturas, formas e cores, com obras que seguem o surrealismo. Fazer os visitantes refletirem sobre a relação entre o ser humano, o desenvolvimento e a natureza, buscando novos significados e novas formas de viver em um coletivo, explicou Michel. As cenas coloridas lembram galáxias. E os personagens pintados por Michel vão além dos contornos das telas e ocupam as paredes das salas. Quatro telas pintadas e cinco esculturas foram apresentadas. sensação de profundidade. “Toda a parede da exposição foi pintada, como se fosse graffiti de rua, que é o trabalho que mais desenvolvemos. As telas interagem com o mural. Os personagens saem das bordas da tela e continuam no mural, combinando com as esculturas”, explica Will. “Essas obras simbolizam os três momentos do tempo: passado, presente e futuro”, acrescenta Michel. As cenas coloridas remetem à galáxia. Personagens pintados que ultrapassam os contornos das telas e ocupam as paredes das salas Arquivo Pessoal Esculturas… Apesar de trabalharem juntos há 10 anos, cada um tem uma identidade artística diferente Will, que se considera um artista autodidata, diz que sua paixão pela pintura surgiu quando eu ainda era adolescente “Comecei em um projeto da prefeitura, que não existe mais, e que ensinava grafite artístico. A intenção, na época, era reduzir os grafites e incentivar a arte. Fiquei alguns anos nesse projeto e acabei virando professor em algumas turmas”, lembra Will. Ele se especializou, se profissionalizou e criou um personagem chamado Híbrido, que representa a combinação entre homem e máquina. Atualmente, Will se dedica mais às esculturas. “Esse personagem sempre apareceu nos meus murais desde que apareceu, para se tornar uma assinatura. Quando a criei, a imagem da escultura viralizou nas redes sociais, em diversas plataformas”, conta Will. Will Ferreira e o personagem “híbrido”, escultura criada por ele, feita em massa acrílica e resina Arquivo Pessoal… e graffiti de rua Já Michel, formado em design gráfico, comenta que foi nas ruas, fazendo graffiti, que se encontrou como artista “Percebi que, através deste trabalho, poderia inspirar e provocar reflexão na sociedade. . Com o tempo, expandi para a pintura digital, por meio de softwares, e também para a pintura em tinta acrílica sobre tela”, diz Michel. Mas o artista não se limita e informa que aprender diferentes técnicas proporciona ao profissional mais ferramentas. expressar e alcançar novas pessoas e lugares. Adoro a ideia de que meu trabalho está sempre evoluindo, refletindo a constante mudança e variação da vida.” Michel Japs iniciou sua vida artística no graffiti e especializou-se na pintura sobre tela Arquivo Pessoal Importância dos projetos sociais Os artistas enfatizam que sentem necessidade de atuação social projetos que voltam a ensinar arte a jovens, como aqueles que, na altura, permitiram à dupla entrar em contacto com o mundo artístico e descobrir-se “Começamos através de um curso gratuito. Foi por esse caminho da arte urbana, do graffiti, e com isso surgiram vários artistas que trabalham até hoje. Algo que faz muita falta hoje em dia, sem dúvida. Conhecemos outros artistas, fomos para outras cidades, participamos de eventos na prefeitura, pintamos vários murais na cidade, então é realmente algo inovador e que tem, sim, resultado”, destaca Will. Michel e Will também podem ser vistos nos murais pintados nas fachadas de empresas, escolas, comércios, faculdades, creches, escolas, condomínios, casas. Para os dois artistas, ao verem a exposição montada, atraindo olhares curiosos do público, é a realização de um sonho e a dedicação ao trabalho “A exposição é um sonho tornado realidade. Ela vem mostrar o que aprendemos nesses 10 anos dedicados à arte. É uma combinação de duas linhas de trabalho diferentes, dois estilos diferentes”, enfatiza a dupla. A Exposição Amálgama já passou pelas cidades de Pilar do Sul, Registro, Salto e São Roque (SP). Em agosto, a exposição será retomada, mas as datas e locais ainda estão sendo definidos pela produção dos artistas Exposição de artistas de Sorocaba percorreu quatro cidades do interior de SP Arquivo Pessoal Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM.
emprestimo banco juros
emprestimo consignado bradesco simulação
refinanciamento empréstimo
sac c6 consignado
quantos empréstimos o aposentado pode fazer
emprestimo pessoal em curitiba
simulador emprestimo consignado banco do brasil
simulador empréstimo consignado caixa
0