Projeto visa salvar espécies em caso de catástrofe climática ou nuclear na Terra. No caso de uma catástrofe na Terra, muitos dos animais do planeta estariam seguros. Como isso seria possível? Os cientistas têm a resposta: pretendem enviar amostras de células de uma rica variedade de animais terrestres para a Lua. MrBeast, maior YouTuber do mundo, admite ter usado ‘linguagem inapropriada’ para ‘parecer engraçado’ Motorista é procurado pela polícia após matar 25 gaivotas atropelado em praia nos EUA Cliente de restaurante se recusa a dar gorjeta e deixa comentário homofóbico para garçom em nota: ‘Faggot’ O biorrepositório conteria células congeladas de milhões de espécies animais “criopreservadas”, de mamíferos a répteis, aves e anfíbios. No caso de a vida na Terra ser extinta, essas células poderiam ser clonadas para criar nova vida – na Terra, na Lua ou em outro planeta. Cientistas do Instituto Nacional de Zoológico e Biologia da Conservação do Smithsonian (NZCBI) em Washington (DC, EUA) delinearam um plano extremamente ambicioso em um artigo publicado na “BioScience”. Embora não estimem o custo exato de um biorrepositório lunar, dizem que provavelmente será cinco vezes mais caro estabelecer do que um na Terra, mas mais barato de manter. “Inicialmente, um biorrepositório lunar teria como alvo as espécies de maior risco na Terra hoje”, disse a autora principal do projeto não publicado, Mary Hagedorn, criobióloga do NZCBI. “Mas o nosso objetivo final seria criopreservar a maioria das espécies da Terra”, acrescentou. A uma distância média de 384.400 quilómetros, a Lua está suficientemente longe da Terra para sobreviver a um colapso climático ou nuclear que exterminaria os animais do planeta. Além disso, o satélite natural é frio o suficiente para manter congeladas amostras de células animais, sem a necessidade de eletricidade como na Terra. Os cientistas propõem localizar o “biorrepositório” nas regiões polares particularmente frias da Lua, que possuem crateras que nunca recebem luz solar devido à sua orientação e profundidade. Os especialistas se inspiram no “Global Seed Vault” em Svalbard (Noruega), um bunker subterrâneo que armazena sementes congeladas caso as colheitas da Terra sejam dizimadas. Em 2017, o degelo do permafrost (terra que permanece congelada há pelo menos dois anos e é composta por terra, rochas e sedimentos amalgamados num todo pelo gelo, que funciona como cimento) ameaçou a coleção com inundações – mostrando que mesmo uma bunker subterrâneo pode ser vulnerável às mudanças climáticas. Como parte do estudo, a equipe liderada por Hagedorn criopreservaram amostras de pele de um peixe de recife chamado goby estrelado – especificamente suas nadadeiras. Eles contêm um tipo de célula da pele chamada fibroblastos, que produz a estrutura dos tecidos animais e desempenha um papel crítico na cicatrização de feridas. As amostras serão então submetidas a testes de exposição à radiação – semelhantes aos que a superfície lunar está exposta – para se prepararem para o envio de material biológico para a Lua. A primeira remessa de amostras de células das espécies mais ameaçadas poderá ser transportada junto com astronautas como parte de futuras missões à Lua no âmbito do programa Artemis da NASA (agência espacial norte-americana). Texto inicial do plugin
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