O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, prometeu, no lançamento do Relatório das Nações Unidas sobre o Estado da Insegurança Alimentar Mundial, que o Brasil sairá do Mapa da Fome até o final do mandato do presidente Lula, ou seja, até 2026. A promessa foi feita diante de líderes da ONU, no Rio de Janeiro, durante discurso no lançamento da pesquisa.
A pesquisa mostrou que o Brasil obteve avanços importantes no combate à insegurança alimentar, mas ainda não o suficiente para sair do mapa da fome da ONU.
A insegurança alimentar grave caiu 85% no país em 2023. Em números absolutos, 14,7 milhões de pessoas deixaram de passar fome no país. A insegurança alimentar grave, que atingiu 17,2 milhões de brasileiros em 2022, caiu para 2,5 milhões. Em termos percentuais, a queda foi de 8% para 1,2% da população.
Somando outras formas de insegurança alimentar, quase 31 milhões de brasileiros deixaram de lidar com a fome entre 2020 e 2022 e 2021 a 2023.
Wellington Dias disse que os números são melhores do que o governo esperava e afirmou que, nesse cenário, o Brasil sairá do Mapa da Fome da ONU até 2026.
“Confesso para vocês que chegamos a um patamar até um pouco inferior ao de quando nós mesmos trabalhávamos no Ministério. Dissemos que até 2027 seria possível sair do Mapa da Fome. Hoje afirmo com segurança que no caminho que estamos trilhando é possível, dentro deste governo do presidente Lula, até 2026, sair do Mapa da Fome”, disse Dias.
O ministro atribuiu a redução significativa a programas de transferência de renda como o Bolsa Família e disse que o benefício foi ampliado, considerando agora o número de familiares. Além disso, outras iniciativas como o plano de alimentação escolar e o Programa de Aquisição de Alimentos.
No cenário global, não houve muitos avanços no planeta: estima-se que 733 milhões de pessoas no mundo estavam em situação de fome em 2023, praticamente o mesmo número indicado na edição de 2022: 735 milhões de pessoas.
O ministro Wellington Dias afirmou que, se não fosse o Brasil, o cenário global seria pior.
“Lá tínhamos 733 milhões de pessoas em insegurança alimentar segundo critérios da FAO. Agora, em 2022 chegamos a 735 milhões. Veja que se não fosse o resultado do Brasil, vamos imaginar que o Brasil tivesse a mesma posição de 2022, o mundo teria crescido a insegurança alimentar, a insegurança alimentar teria crescido. Aqui foram 21,4 milhões a menos”, destacou.
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