Fabio Antônio Costa, 42 anos, mora no prédio onde ocorreu o incêndio na quarta-feira (3). Segundo ele, não pensou duas vezes em ajudar as pessoas quando o fogo se espalhou e resgatou dois cachorros. Fábio está sob observação médica após inalar grande quantidade de fumaça ao evacuar o prédio onde começou o incêndio com uma vela de anjo da guarda Reprodução/Arquivo pessoal “Eram por volta de 11h20 quando o alarme de incêndio tocou…” Foi assim que o O bombeiro Fábio Antônio da Costa, começa a falar sobre o episódio que viveu na quarta-feira (3) quando um incêndio tomou conta do prédio onde mora, após um morador deixar uma vela acesa para o anjo da guarda e ir trabalhar. Fábio tem 42 anos e atua na profissão desde 2008. Ele conta que não pensou duas vezes em subir até o 11º andar, onde se concentrou o fogo, e evacuar os moradores que ficaram desorientados com a fumaça. “Na hora, minha esposa foi até a varanda e viu que as pessoas começaram a se movimentar. No grupo de WhatsApp do condomínio, os moradores não tinham certeza se era mesmo um incêndio, muita gente não desceu na hora. de ir ver o que estava acontecendo, tirei a camisa, amarrei no rosto e comecei a subir em direção ao fogo”, lembrou o bombeiro. Receba notícias do Triângulo e região no WhatsApp Camiseta usada por Fábio para se proteger da fumaça Reprodução/Arquivo pessoal Ao ir para o 11º andar, Fábio contou que conheceu outro morador, que o ajudou no resgate. Juntos, subiram e enfrentaram a fumaça cada vez mais densa até o oitavo andar, porém, de lá o fogo separou a parceria. “Foi muito difícil continuar subindo, falei para ele ficar e eu continuaria. A partir do nono andar tive que continuar engatinhando. , ele disse. Para chegar à origem do incêndio, o bombeiro disse que o seu único pensamento foi traçar uma estratégia eficaz. Para isso, o plano era continuar a viagem rastejando e aproveitar as antecâmaras corta-fogo do edifício para respirar. E assim, ele descansou cerca de 30 segundos e subiu outro andar. Ao chegar ao dia 11, o desafio limitou-se à fumaça. Ali, altas temperaturas se espalham pelo chão e pelas paredes do corredor. “Era impossível chegar mais perto da porta do apartamento onde começou o incêndio. E durante minhas tentativas, encontrei alguns moradores perdidos no caminho e tentando sair em meio à fumaça. em vez de apagar o fogo, minha estratégia passou a ser evacuar quem ainda não tivesse conseguido sair do prédio.” O terceiro passo do plano de Fábio, após a evacuação de todos os moradores, era combater a origem do incêndio. Porém, no momento em que preparava a mangueira para apagar o fogo, o Corpo de Bombeiros chegou. Carro é destruído após pegar fogo e churrasqueira é encontrada perto do veículo Grande incêndio cobre parte de Uberlândia com nuvem de fumaça Homem tenta vender a própria filha de 2 anos por R$ 65 para usar crack Cachorro preso no fogo Quando os bombeiros Quando chegaram , Fábio voltou ao térreo, pois poderia permitir que os soldados equipados combatessem as chamas. Mas sua missão ainda não havia terminado, um cachorro com mais de 20 kg ficou preso no 12º andar. E foi quando o soldado estava de folga que o dono encontrou o salvador do animal. “Ela disse que o cachorro estava preso e mais uma vez voltei ao prédio para resgatá-lo. Quando entrei no apartamento da mulher encontrei um enorme labrador pesando mais de 20 quilos me esperando. , então peguei um punhado de comida e tentei me aproximar. Aí coloquei a coleira nele e tentei descer”, lembrou. Porém, ao abrir a porta do apartamento e se deparar com uma forte cortina de fumaça, o cachorro deitou no chão e fez xixi de medo. E para tirá-lo do prédio foi necessário que o bombeiro o carregasse até o 5º andar, onde a fumaça era menos densa. “A coisa mais inusitada aconteceu a seguir. Quando cheguei lá embaixo com o cachorro, a dona do apartamento que havia esquecido uma vela acesa havia acabado de chegar ao prédio. Ela estava desesperada porque também tinha um cachorro no apartamento, mas o problema é que ninguém o encontrou”, disse ele. Depois que as chamas foram apagadas, os bombeiros procuraram o cachorro do dono do apartamento. E para surpresa deles, o animal estava vivo e escondido atrás de uma máquina de lavar. “Há uma camada de ar, cerca de trinta centímetros acima do solo, que ainda é possível respirar. Como ele é um cão de raça pequena, conseguiu se manter vivo.” Depois de tudo isso, Fábio foi levado ao hospital onde recebeu atendimento médico e permanece internado devido à grande quantidade de fumaça que inalou. Mas deixa uma mensagem para todos aqueles que querem evitar que situações como esta voltem a acontecer. “Estou bem. É importante dizer que nenhum incêndio começa grande, e é a estes pequenos incêndios que temos que estar atentos, porque acabam por ser os principais causadores de tragédias”, concluiu. Acompanhe as redes sociais do g1 Triângulo: Instagram, Facebook e Twitter Receba notícias do g1 Triângulo no WhatsApp Fábio Antônio da Costa é bombeiro desde 2008 e estava em casa quando o incêndio começou Reprodução/Arquivo pessoal VÍDEOS: veja tudo sobre Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas,
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