O presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, disse que a Corte não paga despesas de ministros em viagens internacionais. Contudo, reiterou que magistrados têm direito a viajar acompanhados por seguranças, e estes, sim, têm despesas cobertas pelo Supremo. Segundo Barroso, “o mundo mudou e os ministros estão sujeitos a agressões”. A manifestação aconteceu no início da tarde desta quinta-feira (1º), na abertura da sessão de retomada do plenário da Corte após o recesso do Judiciário.
Barroso questionou relatórios recentes citando a alegada falta de transparência nas despesas dos ministros. Em pedido via Lei de Acesso à Informação, a Folha de S.Paulo publicou que a resposta da Corte não menciona diárias de quase R$ 100 mil para o segurança do ministro Dias Toffoli, que o acompanhou em viagens a Londres e Madri. A reportagem indicou ainda que não localizou a diária de quase R$ 40 mil paga pela segurança de Toffoli, semanas depois, em outra viagem ao Reino Unido.
“Em dolorosa repetição, multiplicaram-se as informações sobre as despesas de viagem dos ministros. Então, esclareço mais uma vez: nenhum ministro viaja com despesas pagas pelo Supremo. primeira classe, isso simplesmente não acontece. O Tribunal não controla nem fiscaliza as viagens dos ministros. Um dos relatórios que circulou diz que o Supremo, sob a minha gestão, omite, isso não é verdade. e não houve problema, infelizmente, quase todos os ministros já foram ameaçados e precisamos fornecer segurança.”
Barroso também falou sobre a participação de ministros do STF em reuniões promovidas por empresários. Recentemente, ministros do Tribunal participaram do chamado “Gilmarpalooza“, como foi chamado o Fórum Jurídico de Lisboa, promovido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pelo Instituto Brasileiro de Educação, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), do ministro Gilmar Mendes.
“Existe um preconceito contra o setor privado e as empresas no Brasil, eles dizem: ‘As empresas têm interesses no Supremo’. Claro que têm, mas os ministros também têm reuniões com advogados, visitam comunidades indígenas, recebem pessoas de todo o mundo civil. sociedade. Todos têm interesse no STF. Portanto, é um erro essa ideia de que participar de um evento que tem empresários é um problema ético”, afirmou.
Barroso destacou ainda que o Tribunal mantém o mesmo orçamento desde 2017, ajustado apenas pela inflação do período. Além disso, o presidente reforçou que parte dos recursos é devolvida anualmente ao Executivo e afirmou que “não há aumento de despesas exorbitantes”.
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