Dono do hit “Don’t Stop Believin'”, o grupo norte-americano Journey se apresenta na 40ª edição do Rock in Rio, neste domingo (15), no Palco Mundo. O show celebrará os 50 anos da banda. A festa, porém, será mais para os fãs do que para os músicos, pois os integrantes acumulam desentendimentos entre si.
As principais brigas são o guitarrista Neal Schon e o tecladista Jonathan Cain. Até o mês passado, os dois entravam com ações judiciais um contra o outromesmo que ele faça parte da programação atual do Journey.
A animosidade na banda é tão frequente que virou parte da rotina. São tantas as histórias de desentendimento entre os integrantes que, em um caso, os rivais Schon e Cain chegam a ser aliados.
A jornada do nome Jornada
Em 2020, o baterista Steve Smith e o baixista Ross Valory foram expulsos da banda. Eles foram acusados pelo guitarrista e tecladista de terem planejado um golpe contra o Journey.
Em uma ação movida em um tribunal da Califórnia em 2020, Schon e Cain alegaram que Smith e Valory planejavam “assumir o controle de uma das entidades corporativas da banda, Nightmare Productions”. A idéia seria conseguir “pagamentos de milhões de dólares em sua pensão”.
O baterista e o baixista negaram as acusações. “Provavelmente é um mal-entendido e poderia facilmente ter sido resolvido”, disse o advogado de Valory, Andrew Spielberger, à revista Rolling Stone. Skip Miller, advogado de Schon e Cain, disse que seus clientes substituiriam os músicos acusados.
E assim foi feito. Eles foram expulsos e Todd Jensen (baixo) e Deen Castronovo (bateria) entraram. Em 2021, foi anunciada uma “solução amigável” do caso.
A banda Journey com a formação que vem ao Rock in Rio — Foto: Divulgação
Em uma ação judicial de setembro de 2022, o guitarrista Schon acusou o tecladista Cain de impedi-lo de acessar os dados do cartão de crédito da banda. O tecladista negou e acusou Schon de gastar indevidamente o dinheiro do grupo.
“Neal [Schon] tem estado sob enorme pressão financeira devido aos seus gastos excessivos e estilo de vida extravagante, o que o levou a acumular enormes despesas pessoais na conta do cartão de crédito da banda”, disse Cain à revista Billboard.
O caso só foi resolvido no final de agosto de 2024, quando o Tribunal de Chancelaria de Delaware nomeou um terceiro diretor para administrar a Freedom 2020, a empresa de turismo da Journey. O novo acordo foi importante para a banda continuar em turnê.
Em setembro de 2022, Steve Perry — cantor que deixou a banda em 1998 — processou seus ex-colegas. Foi uma tentativa de impedi-los de lucrar com produtos de marca registrada com nomes de algumas faixas do Journeyincluindo os sucessos “Anyway You Want It”, “Wheel In The Sky” e “Open Arms”.
Perry acusou Schon e Cain de cometerem “fraude no escritório de marcas registradas da banda”. No início de 2023, porém, o cantor recuou e desistiu do processo contra os ex-colegas.
Também em 2022, Cain causou conflito na banda ao tocar o hit “Don’t Stop Believin'” em um evento com a presença de políticos republicanos Donald TrumpMarjorie Taylor Greene, Kimberly Guilfoyle e Kari Lake.
A apresentação incomodou Schon, que contratou um advogado para avisar o colega. “Embora o Sr. Cain seja livre para expressar suas crenças e associações pessoais, quando o faz em nome do Journey ou da banda, tal conduta é extremamente prejudicial para a marca Journey, pois polariza os fãs e o alcance da banda. Journey não é, e não deveria ser, político”, dizia a carta do advogado.
Em resposta, Cain disse: “Neal Schon deveria se olhar no espelho quando me acusa de prejudicar a marca Journey. Há anos o vejo prejudicar nossa marca e sou vítima de seu comportamento bizarro.”
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