O evento contou com desfile de moda com drag queens em uma ponte, que virou passarela; A cena que recriou a obra de arte ‘A Última Ceia’ virou polêmica nas redes sociais. O desporto está na moda e Paris é a sua capital mundial. Não à toa, a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos na capital francesa, na tarde desta sexta-feira (26), abalou a internet ao transformar uma ponte sobre o rio Sena em passarela para desfile de drag queens e outros representantes LGBTQIAP+. Artistas da comunidade ouvidos pelo EXTRA celebraram representação em evento de repercussão global. Saiba mais taboola — assisti à transmissão da cerimônia e, essa parte específica sobre pessoas LGBT, achei muito comovente, muito simbólica e uma mensagem para o mundo inteiro: sim, estamos em todos os espaços. Pessoas como nós têm o direito de existir e o direito de celebrar a nossa existência, que deve ser respeitada. Então, é emocionante pensar que esse espaço foi dado — comemorou a travesti Galba Gogoia, intérprete de Natasha, uma das amigas de Buba (Gabriela Medeiros) na novela “Renascer”, da TV Globo. Texto inicial do plugin Galba enfatiza a importância da participação de LGBTs em um evento do mundo dos esportes, que tradicionalmente se mostra sexista: — Fico pensando na história dos Jogos Olímpicos, quantos anos de tradição! E hoje, estarmos neste lugar mostra que o resultado de tanta luta, de tantas reivindicações em relação aos nossos direitos LGBT, é satisfatório. Estamos cada vez mais em todo o lado, ainda mais no desporto, que tende a ser excludente para a nossa comunidade porque muitas vezes reproduz lógicas sexistas e chauvinistas. Lembro que a última Olimpíada teve o maior número de atletas LGBT, e esta também tem um número grande. Isso nos deixa cada vez mais orgulhosos de quem somos. Drag queen francesa Nicky Doll na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Paris Reprodução A drag queen Bianca DellaFancy, intérprete de Janaína, outra amiga de Buba na novela das 21h da TV Globo, classificou a atuação como “corajosa e bela”: — Inserir corpos dissidentes, cujas existências são consideradas abjetas e marginalizadas pela sociedade, em cenários de poder e importância cultural, é uma das formas de ressignificar esses corpos. Principalmente quando se trata de uma religião que afirma acolher a todos, mas na prática sabemos que é completamente diferente disso. Ao mencionar religião, Bianca se refere à recriação do quadro “A Última Ceia”, de Leonardo Da Vinci. Formada também por membros da comunidade LGBTQIAP+ — entre eles, os artistas Nicky Doll, participante da 12ª temporada do reality show “Rupaul’s Drag Race” e apresentador da versão francesa da competição; Paloma, vencedora da primeira edição do reality show na França; além de Piche e Vespi, ambos da segunda temporada —a cena foi exibida pouco antes do desfile. Na rede social, criada pelo artista Vinícius Andrade, destaca que a inclusão de membros da comunidade LGBTQIAP+ na abertura dos Jogos Olímpicos é um marco histórico: — As Olimpíadas de Paris trouxeram a ideia de inclusão desde o seu anúncio. E ao longo da abertura pudemos presenciar muitos momentos de celebração de diferentes corpos, de diversas etnias. Só a forma como planejaram a cerimônia, não em um estádio fechado, mas nas ruas de Paris, já demonstra a preocupação em levar a sério a história de ser a Olimpíada da diversidade. E ver a comunidade LGBT presente é um ponto de inflexão. Principalmente no desporto, onde sabemos que a LGBTfobia está muito enraizada. Que lindo ver drag queens simulando a mesa da Santa Ceia… Inclusive Nicky Doll, que é a drag queen apresentadora do (reality) “Drag Race France”, chamada de Olimpíadas LGBT. Ver isso acontecendo, focando em artistas que geralmente ficam à margem, em espaços fechados e noturnos, é um grande marco para nossa comunidade queer. Texto inicial do plugin
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