O sobrinho do prefeito Waguinho tem três dias para fazer alterações. A ação foi movida por Márcio Canella (União Brasil), inimigo político da cidade. O juiz André Ricardo de Franciscis Ramos, da 154ª Zona Eleitoral, determinou que Matheus do Waguinho, candidato republicano a prefeito de Belford Roxo, altere o nome que será utilizado na urna eletronicamente, estabelecendo um prazo de três dias para isso. Sobrinho do atual prefeito Wagner Carneiro, Matheus Carneiro Barros usa na campanha eleitoral o nome do tio, que é o atual prefeito da cidade e também presidente regional do Republicanos. A ação foi movida pelo candidato opositor Márcio Canella, do União Brasil. Waguinho ganhou destaque político nacional por ser um dos principais aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Baixada Fluminense. É casado com Daniela do Waguinho, ex-ministra do Turismo de Lula. Na convocação, o juiz diz que o nome escolhido pelo candidato refere-se ao atual prefeito do município de Belford Roxo, portanto, a alteração é necessária para não confundir o eleitor: “o nome que constará na urna eletrônica não deve estabelecer dúvidas quanto à identidade do candidato.” O juiz também cita decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio em 2022, quando analisou o caso do deputado federal Hélio Lopes (PL) que queria concorrer com o nome de Hélio Bolsonaro e foi impedido por não fazer parte da família do ex-presidente Jair Bolsonaro e pode gerar confusão Segundo a pesquisa Quaest, o deputado estadual de Bolsonaro Márcio Canella (União Brasil) aparece na vanguarda das intenções de voto com 48%, contra 26% de Matheus do Waguinho. Matheus do Waguinho concorre este ano pela primeira vez e tem como principal adversário Márci Canella, eleito deputado de Waguinho, hoje seu inimigo político. A divisão entre eles começa nas eleições de 2022. Primeiro, o prefeito, na época também no União Brasil, vetou a indicação do aliado para vice-governador Cláudio Castro (PL). Depois, houve uma cisão sobre Waguinho apoiar o, na época, candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto Canella optou pela reeleição de Jair Bolsonaro (PL). A ruptura se consolidou em março do ano passado, quando Waguinho informou que em vez de apoiar a candidatura de Canella a prefeito de Belford Roxo, apostaria no sobrinho. Mais tarde, Waguinho ainda teve uma saída conturbada do União Brasil para assumir a diretoria carioca do Republicanos. A GLOBO tentou contato com os candidatos, mas ainda não obteve resposta.
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