Segundo o grupo, o esquema fraudulento se caracterizou principalmente por lançamentos indevidos na conta do fornecedor. A Polícia Federal também investiga o caso. Unidade da Lojas Americanas, em Sorocaba (SP), fechou após o expediente Eduardo Ribeiro Jr./g1 Americanas anunciou na noite desta terça-feira (16) que a investigação de um comitê independente constatou fraude contábil que levou a empresa a um dos maiores pedidos de recuperação judicial na história do Brasil, em janeiro do ano passado. A Polícia Federal também investiga a fraude de R$ 25,3 bilhões na Americanas. “As provas apresentadas pelo comitê confirmam a existência de fraude contábil, caracterizada principalmente por lançamentos indevidos na conta do fornecedor”, afirmou Americanas em documento à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Segundo o comitê independente, os lançamentos indevidos foram feitos por meio de contratos fictícios de VPC (fundos cooperativos de publicidade) e por meio de operações financeiras conhecidas como risco sacado, “entre outras operações fraudulentas e refletidas incorretamente no balanço da empresa”. LEIA TAMBÉM Americanas: como o ex-CEO tentou blindar patrimônio após fraude, segundo a PF Entenda a fraude que levou à recuperação judicial da varejista Relembre a prisão do ex-CEO da Americanas em Madri A varejista disse que tomará as medidas necessárias para informar as autoridades sobre as conclusões do comité independente. A empresa afirmou ainda que “continuará a cooperar plenamente com as investigações em curso”. O ex-presidente-executivo da Americanas, Miguel Gutierrez, um dos principais alvos da investigação policial, foi preso em Madrid no mês passado e depois libertado. As autoridades brasileiras buscam sua extradição da Espanha, onde reside atualmente. Anna Saicali, ex-executiva da Americanas envolvida na suposta fraude contábil, entregou seu passaporte à polícia, o que a impede de sair do Brasil por enquanto. Ex-diretor do Grupo Americanas retorna ao Brasil e entrega passaporte à PF Os advogados que representam Gutierrez e Saicali disseram em declarações separadas que seus clientes negam qualquer irregularidade e estão cooperando com a investigação. A Americanas foi fundada em 1929, em Niterói (RJ), por um grupo que incluía empresários austríacos e norte-americanos. Os bilionários Jorge Paulo Lemann, Marcel Herrmann Telles e Carlos Alberto Sicupira adquiriram posteriormente uma participação dominante na empresa. Os três, que não foram citados na investigação policial, detêm atualmente cerca de 30% das ações e concordaram em colocar capital adicional para resgatar a empresa em dificuldades, o que aumentará a sua participação na empresa para 49,2% do capital social. “Estou cético quanto ao futuro da Americanas, quanto à sustentabilidade do seu modelo de negócios”, disse o consultor André Pimentel, sócio-diretor da Performa Partners, que trabalhou na reestruturação da Americanas no início dos anos 2000. anos contra a concorrência feroz de rivais mais experientes na Internet, como o Mercado Livre. E contra empresas locais, como Magazine Luiza, além de grupos asiáticos, como AliExpress, Shopee e Shein. As ações da Americanas subiram cerca de 5% nesta quarta-feira (17), cotadas a R$ 0,70, acumulando queda de cerca de 22% no ano até a véspera.
emprestimo banco juros
emprestimo consignado bradesco simulação
refinanciamento empréstimo
sac c6 consignado
quantos empréstimos o aposentado pode fazer
emprestimo pessoal em curitiba
simulador emprestimo consignado banco do brasil
simulador empréstimo consignado caixa
0