Nas duas primeiras semanas de agosto, os focos de incêndio na Amazônia foram três vezes maiores que no mesmo período do ano passado, em 2023. Para este ano, já foi montado antecipadamente um plano de combate e, mesmo assim, os números dos incêndios superar todas as previsões.
Isso, aliás, foi o que disse o coronel Reinaldo Menezes, subcomandante dos bombeiros.
“Começamos a trabalhar na operação um mês antes, começamos em julho, começamos em junho. Fizemos um cálculo agora, recentemente, que em junho e julho houve três mil e alguns incêndios. já superamos tudo o que ocorreu em termos de incêndios florestais em junho e julho. Temos 7.733 incêndios combatidos”, explica.
Mais de 400 homens estão na floresta para conter as chamas, segundo órgãos de controle. Esses incêndios ocorrem principalmente nos municípios mais ao sul do Amazonas, próximos a Rondônia. A cidade de Apuí tem a situação mais crítica.
Há um monitoramento por satélite que é feito em tempo real e os números observados comprovam que, só neste mês, em agosto, a cidade de Apuí já registrou quase 1,5 mil focos de incêndio. Além do fogo, a fumaça também é um problema, não só para o Amazonas, mas para outros estados como Rondônia.
Porto Velho também sofreu muito com a onda de fumaça por lá. Segundo o Ibama, isso se deve às queimadas tanto no sul do Amazonas quanto no norte de Rondônia. E essa situação é tão agravante que traz consequências também para a região do Rio Grande do Sul, que enfrenta atualmente uma onda de neblina. O céu ficou sem visibilidade para os moradores da região, segundo a MITSUI Meteorologia.
A fumaça que cobre o Rio Grande do Sul tem origem em queimadas na região amazônica, no Pantanal e em países vizinhos, mas a maior parte vem de um incêndio que ocorre na Bolívia e no sul da Amazônia. Situação muito parecida com a que presenciamos em Manaus na semana passada, mas, como choveu nos últimos dias, notamos que a fumaça se dispersou e a qualidade do ar melhorou.
Dadas as queimadas na região, temos também a vazante, que é outro problema. Nesse período é normal que tenhamos baixos níveis de água nos rios amazônicos, mas o deste ano foi tão intenso, ou até pior, quanto o do ano passado, que foi até histórico. O nível do Rio Negro, que também banha Manaus, está quase 3 metros abaixo do registrado na mesma semana, em relação ao ano passado.
O rio cai, em média, de 17 a 18 centímetros por dia. No ano passado, esses números só foram alcançados no início de setembro e ainda estamos em agosto. O Rio Solimões, que inclusive banha grande parte dos municípios do Estado, também fica abaixo.
Tabatinga, por exemplo, que faz fronteira com a Colômbia, tem 2 centímetros em nível crítico baixo. Essa situação na região, falando da fronteira Amazônia-Brasil com outros países.
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