Odete, como a chamava seu tutor, foi resgatada no quintal de uma residência em Goiânia. Apesar dos cuidados, o inseto morreu 24 horas após a internação. Abelha criada como animal de estimação morre após ser internada em clínica veterinária com a asa quebrada Já imaginou criar uma abelha como animal de estimação? Uma estudante de Goiânia não só imaginou como colocou em prática ao encontrar o inseto ferido em seu quintal. Sarah Borges, de 25 anos, levou a abelha ao veterinário, mas ela acabou morrendo. Um vídeo postado pelo veterinário Thiago Augusto Lourenço em que ele fala sobre o tratamento dado a Odete, como era chamada por sua dona, impressionou a web (veja vídeo acima). Clique e siga o canal g1 GO no WhatsApp A abelha, que media cerca de 3 centímetros, foi encontrada no corredor externo da casa da estudante Sarah Borges no dia 9 de junho. A tutora contou que o pai viu o inseto com a asa machucada e que, desde então, toda a família cuida e alimenta Odete. Até que, na quinta-feira (4), Sarah decidiu procurar ajuda especializada porque Odete começou a ficar muito inquieta, rejeitava comida e começava a deixar a língua para fora da boca. “Achei que ela pudesse ter sido envenenada pelo próprio mel, porque ouvi de criadores que disseram que quando fica muito frio, um fungo pode ser ativado no mel e envenenar as abelhas”, explicou. O veterinário Thiago Augusto Lourenço disse que o inseto chegou à clínica com o corpo frio, mas que deram todo o suporte para que ele pudesse continuar vivo. “Colocamos ela na incubadora, umedecemos o ar com inalação de soro fisiológico e aplicamos glicose com soro fisiológico por via intracelíaca, que é como colocar dentro da barriga dela”, explicou Thiago Augusto. LEIA TAMBÉM: Médico veterinário e Centro de Zoonose de Goiânia são investigados por sacrificar animais saudáveis Homem é preso por matar e agredir animais em Goiás; foram encontrados cachorrinhos esqueléticos. Cão é chicoteado com corrente no meio da rua; vídeo Apesar dos esforços dos veterinários e do proprietário, a abelha morreu na sexta-feira (6) após 24 horas de internação. Thiago Augusto explicou que o inseto pode ter morrido por envenenamento, desnutrição, por não conseguir voar e ser alimentado pelo dono, ou ainda por causas naturais. O tratamento veterinário dado à abelha custou R$ 350, incluindo o dia da internação e a consulta. Abelha da espécie mamangava, conhecida como abelha carpinteira, em Goiás Arquivo pessoal / Sarah Borges Odete Segundo o veterinário Thiago, a abelha era da espécie mamangava, também conhecida como abelha carpinteira. Por se tratar de uma espécie solitária, não foi possível devolvê-la a um grupo de abelhas para que pudesse se recuperar na comunidade. Sarah Borges disse ao g1 que espera que a história de Odete sirva para conscientizar as pessoas sobre a importância de cuidar de tudo que está vivo. “Essa é uma espécie indispensável para nossas vidas e ainda bem que teve o propósito de conscientizar as pessoas”, declarou o estudante. Repercussão Nas redes sociais, o vídeo em que Thiago Augusto detalha os procedimentos e tratamentos dedicados à abelha Odete gerou repercussão. “Gente, estou simplesmente fascinado! Nunca na minha vida pensei na possibilidade de resgatar uma abelha! E se conseguisse resgatá-la, poderia levá-la ao veterinário para procurar tratamento! Parabéns mesmo. Todos a vida importa”, escreveu um seguidor. Outro internauta perguntou se a abelha não tinha ferrão, já que não machucou o veterinário: “Fiquei pensando como não te picou? O veterinário explicou que ele tinha ferrão, mas não usou porque estava muito fraco. Após conhecerem a história de Odete, alguns seguidores manifestaram interesse em criar abelhas. “Agora eu também quero um ”, escreveu uma internauta Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás.
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