O Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL)liberou nesta sexta-feira (6) os deputados a votarem remotamente, via celular, no plenário da próxima semana, que acontecerá de segunda a quinta-feira.
Com isso, os deputados não precisarão registrar presença em Brasília para poder votar na última semana de “esforço concentrado” antes do primeiro turno das eleições municipais, no dia 6 de outubro.
A divulgação deve esvaziar a Câmara nos próximos dias, já que a maioria dos parlamentares se dedica a participar de campanhas municipais em suas bases eleitorais.
Para votar projetos em comissões, porém, Lira manteve a exigência de inscrição presencial em Brasília. Isso deve dificultar o plano da oposição de aprovar um “pacote anti-STF” na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nesta terça e quarta-feira.
Há quatro assuntos em pauta: uma proposta de emenda constitucional (PEC) para limitar as decisões monocráticas (individuais) do Supremo Tribunal Federal (STF); uma PEC para permitir que o Congresso suspenda a eficácia de julgamentos do Tribunal sobre a constitucionalidade de leis e regulamentos; e dois projetos de lei que ampliam o rol de ações que podem levar ao impeachment de um ministro do Supremo Tribunal Federal.
Os quatro projetos já expiraram e podem ser votados pela comissão. Mas o governo terá mais facilidade em obstruir com a necessidade de os deputados estarem em Brasília para votar essas matérias.
O “pacote” entrou em discussão depois que o STF decidiu suspender o pagamento das emendas parlamentares ao Orçamento até que o Congresso adote novas regras de transparência no uso do dinheiro. Legislativo, Executivo e Judiciário discutem os termos de um acordo.
Na semana anterior ao esforço concentrado, Lira divulgou o recorde de comparecimento ao plenário e às comissões, o que permitiu à oposição avançar rapidamente com a discussão desses projetos na CCJ.
O presidente da comissão, deputado Caroline De Toni (PL-SC)também convocou uma sessão para terça para leitura do parecer do deputado Rodrigo Valadares (União-SE) sobre o projeto que anistia os golpistas de 8 de janeiro, que vandalizaram as sedes dos três Poderes da República em Brasília.
A agenda do plenário da próxima semana ainda não foi divulgada, mas o governo Lula (PT) espera poder votar a segunda etapa da regulamentação da reforma tributária, com o projeto de lei que cria o comitê gestor do IBS.
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